segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

NOTA DE PESAR E CONDOLÊNCIAS


Foi de forma inesperada, com profunda consternação e pesar que recebemos a notícia do falecimento do Exmo. Sr. Prof. Doutor Eng.º Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho (1959-2016), Cavaleiro de Honra e Devoção da Ordem Soberana e Militar de Malta, Membro da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses e actual Assessor do Chanceler.
Homem de bom trato, afável e atencioso, Cavaleiro consciencioso e activo, Bernardo Pacheco de Carvalho, era Membro da Ordem Soberana e Militar de Malta há precisamente 30 anos, tendo sido admitido em 18 de junho de 1986.
À família, amigos e confrades, manifestamos os mais sinceros votos de pesar e condolências.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Falcoaria Portuguesa considerada Património Cultural Imaterial da Humanidade

Foi hoje (01.XII) aprovada a inclusão da Falcoaria Portuguesa na lista do Património Cultural Imaterial da UNESCO.
O impulso para a classificação foi dado pela Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, que assim fez com que este património passasse a integrar a lista de 13 países, do Médio Oriente ao Mediterrâneo, cuja respectiva falcoaria já se encontra reconhecida.

Aproveitamos o mote para lembrar a relação histórica da Ordem de Malta com a Falcoaria Nacional e, nomeadamente, com a Falcoaria de Salvaterra de Magos.


A Falcoaria de Salvaterra de Magos remonta aos inícios do século XVII, tendo os primeiros falcões, cujos exemplares chegaram a Lisboa, com destino a Salvaterra, no dia 24 de Junho de 1745, sido oferecidos ao rei D. João V (1706-1750) pelo português e Grão-Mestre da Ordem de Malta Fra' D. Manoel Pinto da Fonseca (1741-1773).
A tradição de oferecer Falcões e até outras espécies exóticas ao Rei de Portugal, no entanto, é mais antiga. D. António Manoel de Vilhena, o mais renomado português que ocupou a Dignidade de Grão-Mestre da Ordem de Malta, por exemplo, uma vez eleito em 19 de Junho de 1722, todos os anos enviou falcões ao Rei de Portugal, alargando assim uma tradição que se mantinha já com os Reis de França e Espanha. Tradição esta, ainda mais antiga, a remontar a 1530, quando Carlos de Habsburgo, Rei de Espanha e Imperador do Sacro Império Romano-Germânico impôs à Ordem dos Cavaleiros Hospitalários de S. João de Jerusalém e de Rodes o denominado Tributo do Falcão Maltês em troca simbólica pela cessão da soberania da Ilha de Malta, mediante o qual a Ordem ficou incumbida de entregar anualmente um falcão treinado para a cetraria ao reino de Espanha. (para saber mais, carregar no link).

sábado, 12 de novembro de 2016

Comunicado conjunto da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses e da Embaixada da Ordem Soberana Militar de Malta em Portugal

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Reproduzimos e reforçamos aqui o Comunicado supra para esclarecer a comunidade em geral, de forma a evitar equívocos, aproveitamentos indevidos e/ou prejuizos provocados por terceiros (pessoas singulares ou colectivas), que para o efeito, de forma deliberada, dolosa ou negligente, se servem do bom nome, história e tradição da Ordem Soberana Militar de Malta e das entidades que legitimamente a representam em Portugal, como únicas herdeiras das tradições históricas, culturais e religiosas da também denominada Ordem Soberana Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta.
Acresce, pois, esclarecer que a Ordem Soberana Militar de Malta, reconhecida pela Santa Sé, tem como representação oficial em Portugal, uma associação com Estatuto de Utilidade Pública e de Instituição Particular de Solidariedade Social, denominada Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana Militar de Malta, com sede na cidade de Lisboa, cujo presidente do Conselho Directivo é S.E. o Sr. Dr. D. Augusto de Albuquerque de Athayde (GCHDOb); e representação diplomática ao nível de Embaixada, denominada Embaixada da Ordem Soberana Militar de Malta em Portugal, com Chancelaria na cidade de Lisboa, cujo Embaixador é S.E. o Sr. Dr. Miguel de Polignac de Barros (GCHD).
A Assembleia dos Cavaleiros Portugueses possui ainda um braço operacional e de voluntariado denominado CVOM - Corpo de Voluntários da Ordem de Malta, com sede na cidade do Porto, cujo Coordenador Nacional é o Exmo. Sr. Eng. José Manuel Correia Alves (CGM).
Periférica e conexa à Assembleia dos Cavaleiros Portugueses está ainda a Fundação Frei Manuel Pinto da Fonseca, Instituição Particular de Solidariedade Social, com sede na cidade de Vila Nova de Gaia, cujo presidente da Direcção é o Exmo. Sr. Dr. Adalberto Manuel Neiva de Oliveira (GCGM).

É de uso exclusivo das supra referidas entidades a seguinte simbologia heráldica e vexilológica:

Brasão e Bandeira de Estado        *       Brasão e Bandeira Operacionais
São prerrogativas exclusivas da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses, dependentes de aprovação pelo Soberano Conselho da Ordem, admitir e promover membros com a atribuição do grau estatutáriamente correspondente; bem como a atribuição da condecorativa Ordem Pro Mérito Melitense.
É ainda da exclusiva competência da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses indicar os Embaixadores Extraordinários e Plenipotenciários para os países lusófonos, nomeadamente, Angola, Guiné-Bissau, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e Cabo Verde, onde actualmente se encontra efectivada e credenciada a respectiva representação diplomática.

Por fim, apenas salientar alguns aspectos da nota expedida pela Secretaria de Estado do Vaticano, em 17 de Outubro de 2012:
"A Secretaria de Estado, em resposta aos frequentes pedidos de informação sobre a posição da Santa Sé ante as Ordens Equestres dedicadas a santos ou auto-intituladas sacras, considera oportuno reiterar o que já foi publicado anteriormente:
Além das suas próprias ordens equestres (Ordem Suprema de Cristo, Ordem da Espora de Ouro, Ordem de Pio IX, Ordem de São Gregório Magno e Ordem de São Silvestre Papa), a Santa Sé reconhece e tutela apenas a Ordem Soberana Militar de Malta, também denominada Ordem Soberana e Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta, e a Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém. Não há qualquer agregação a esta listagem.
Todas as demais ordens, instituídas recentemente ou derivadas de ordens medievais, não são reconhecidas pela Santa Sé, não podendo esta, portanto, garantir a sua legitimidade histórica e jurídica, nem a sua finalidade, nem os seus sistemas de organização.
Para evitar possíveis mal-entendidos, relacionados inclusivé com a emissão ilícita de documentos e com o uso indevido de lugares santos, bem como para impedir a continuação de abusos que possam resultar em dano contra muitas pessoas de boa fé, a Santa Sé confirma que não atribui nenhum valor a diplomas de cavaleiros nem às relativas insígnias emitidas por associações não reconhecidas, e confirma ainda que não considera apropriado utilizar as igrejas e capelas para as chamadas "cerimónias de investidura".

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

ESCLARECIMENTO
(oficioso)

Tendo em conta o elevado número de pedidos de informação e esclarecimento sobre a associação denominada "Cruz de Malta" ou "Bombeiros Cruz de Malta", somos a esclarecer o seguinte:

A Ordem Soberana e Militar de Malta, que em Portugal é representada pela Assembleia dos Cavaleiros Portugueses, legítima e ÚNICA herdeira das tradições históricas, culturais, assistenciais e religiosas da também denominada Ordem Soberana Militar e Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta, e pela Embaixada da Ordem Soberana de Malta, não tem qualquer ligação institucional e/ou funcional com a associação abaixo (fundada em 1918 por um grupo de cidadãos civis, sob a denominação de "Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Cruz de Malta", tendo por «emblema em fundo losango a cruz de Malta prateada», não devendo, pois, fazer-se qualquer confusão com as entidades que legitima e reconhecidamente representam a Ordem de Malta em Portugal.

Com efeito, embora possa comungar do carisma da Ordem de Malta - como qualquer outra entidade -, não pode reclamar nem invocar a história e tradições culturais, assistenciais e religiosas desta Ordem em seu beneficio, nem usar a simbologia própria das instituições que legitimamente representam a Ordem de Malta.

O facto desta associação, ao longo dos anos, ter também usado como emblema, de forma indiscriminada, a cruz de Malta, pese embora o estabelecido nos seus próprios estatutos (nomeadamente, na versão aprovada em 1952), não a legitima a usar simbologia exclusiva das instituições da Ordem de Malta.

No entanto, desde 2013 que os dirigentes da referida associação (dentre os quais o Exmo. Sr. Presidente da Direcção, que se encontra ser também Cavaleiro da Ordem de Malta) vêm fazendo contactos, diligências e acções (nomeadamente uma alteração estatutária através da qual a referida associação modificou a sua natureza, adoptou como emblema o Escudete ou Brasão Operacional da Ordem de Malta e passou a denominar-se "Cruz de Malta - Associação Humanitária e Social"), no sentido de ser "perfilhada" e integrada como entidade conexa da Ordem de Malta, através da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses; o que, no entanto, devido a diversas vicissitudes a que a Ordem de Malta é alheia, não se formalizou até à data (10 de Novembro de 2016).

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terça-feira, 8 de novembro de 2016

ESCLARECIMENTO
(oficioso)

A Ordem Soberana e Militar de Malta, que em Portugal é representada pela Assembleia dos Cavaleiros Portugueses, legítima e ÚNICA herdeira das tradições históricas, culturais, assistenciais e religiosas da também denominada Ordem Soberana Militar e Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta e pela Embaixada da Ordem Soberana de Malta, não reconhece a entidade abaixo (dita dissidente da Ordem primitiva), não sendo pois, tal entidade, susceptível de confusão com as entidades que legitima e reconhecidamente representam a Ordem de Malta em Portugal.

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domingo, 6 de novembro de 2016

Nova estátua do Santo Condestável em Lisboa

Estátua do Santo Condestável
Agência Ecclesia
Este domingo, dia 05 de Novembro, a Comissão São Nuno de Santa Maria inaugurou um nova estátua do Santo Condestável em Lisboa, no topo da avenida da Torre de Belém.
Esta iniciativa daquela Comissão, veio em sequência da inscrição no Orçamento Participativo da Câmara Municipal de Lisboa de 2009, visando a construção de uma estátua em honra de D. Nuno Álvares Pereira, que obteve o apoio do Povo de Lisboa.
Recorde-se que a Comissão de São Nuno de Santa Maria foi constituida no ano da canonização do Condestável sob o patrocínio da Ordem do Carmo em Portugal e tem como objectivo celebrar a figura de D. Nuno Álvares Pereira e divulgar a sua vida e obra.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Brasão de Fé de Dom António Augusto Azevedo, Bispo Auxiliar da Diocese do Porto


Leitura: escudo de formato oval (próprio da heráldica eclesiástica) de azul terciado com barra de ouro, acompanhado de Cruz de Malta vermelha em chefe, e um castelo flanqueado por dois ramos de oliveira. Sobrepostos ao escudo um chapéu eclesiástico de Bispo e dele pendentes, para cada lado, os cordões e as seis borlas inerentes à categoria episcopal, tudo de verde. Filactera inferior de prata debruada a verde com a legenda: MISERICORDIAS DOMINI CANTABO (Salmo 89,2).

Dom António Augusto de Oliveira Azevedo, recém nomeado Bispo Auxiliar da Diocese do Porto, por Sua Santidade o Papa Francisco, é natural de São Pedro de Avioso, concelho e cidade da Maia, onde nasceu em 21 de Janeiro de 1954. Daqui também a identificação com a Cruz de Malta, desta antiga ordem religiosa e militar que teve uma presença muito significativa naquela região do país.
Foi ordenado presbítero em 13 de Julho de 1986, sendo incardinado na Diocese do Porto. Concluiu o Doutoramento em Filosofia pela Universidade Pontifícia Gregoriana, em Roma. Assumiu depois as funções de Docente nas Faculdades de Teologia, Direito e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa (Porto), no Seminário Maior do Porto e no Centro de Cultura Católica (Porto). Até à nomeação episcopal exercia as funções de Reitor do Seminário Maior do Porto e, desde 2004, de Juiz do Tribunal Eclesiástico do Porto.
Foi nomeado Bispo Auxiliar da Diocese do Porto por Sua Santidade o Papa Francisco, em 09 de Janeiro de 2016, tendo como título episcopal o de Bispo Titular de Cemerinianus, uma antiga Diocese do Norte de África, na actual Argélia. (Fontes: Diocese do Porto e Wikipédia).