quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

NOTA DE PESAR E CONDOLÊNCIAS


Foi com profunda consternação e pesar que recebemos a notícia do falecimento de Sua Alteza o Senhor D. Henrique João de Bragança (1949-2017), Infante de Portugal e Duque de Coimbra, Cavaleiro Grã-Cruz de Honra e Devoção da Ordem Soberana e Militar de Malta, irmão mais novo de Sua Alteza Real o Senhor D. Duarte Pio de Bragança.
Homem simpático e de bom trato, Cavaleiro e Voluntario consciencioso e activo, enquanto membro da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana e Militar de Malta, participou em inúmeras campanhas de apoio aos Peregrinos e auxílio aos mais necessitados.
À família, amigos e confrades, manifestamos os mais sinceros votos de pesar e condolências.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Novo Grão-Mestre da Ordem de Malta poderá ser eleito no próximo dia 29 de Abril

Villa Magistral da Ordem de Malta
Monte Aventino, Roma
De acordo com a deliberação tomada pelo Soberano Conselho, os cerca de 60 eleitores internacionais serão convocados para reunir em Completo Conselho de Estado da Ordem Soberana e Militar de Malta, no próximo dia 29 de Abril, na Casa do Capítulo da Villa Magistral, no Monte Aventino, em Roma.
De acordo com o disposto no artigo 23.º da Constituição, para eleição do novo Grão-Mestre será necessário o voto da maioria dos eleitores presentes na Conselho electivo. in site da Ordem de Malta

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Dizem que é o "Segredo de Roma". Trata-se da vista que se alcança ao espreitar através da fechadura do portão da sede do Grão-Priorado da Ordem de Malta em Roma, mais precisamente no Monte Aventino. Essa vista tem a particularidade de se estender por três Estados independentes: o da Ordem Soberana e Militar de Malta, o Estado Italiano e o Estado do Vaticano, com a inconfundível cúpula da Basílica de S. Pedro.
Portão do Grão-Priorado, na Plaza Cavalieri di Malta

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Soberano Conselho da Ordem de Malta aceitou a resignação do Grão-Mestre Fra' Matthew Festing

Fra’ Ludwig Hoffmann von Rumerstein
Na Reunião do Soberano Conselho, realizada no passado sábado, dia 28 de Janeiro, foi aceite a resignação de Fra’ Matthew Festing à dignidade de Grão-Mestre da Ordem Soberana e Militar de Malta.
De acordo com o Comunicado de Fra’ Ludwig Hoffmann von Rumerstein, que ocupará a dignidade, interinamente, como Lugar-Tenente, foi manifestada a abertura para trabalhar com o delegado que Sua Santidade o Papa Francisco tenciona nomear, o qual, certamente, ajudará a nutrir e inspirar os aspetos religiosos da Ordem e, possivelmente, questões de reforma que terão de ser abordadas após as próximas eleições.
O Soberano Conselho manifestou gratidão a Sua Santidade por todas as decisões tomadas relativamente à Ordem, com vista a fortalecer a Soberania desta. Mais reiterou que, neste como em todos os demais assuntos, a Ordem não cederá à Sua lealdade para com Sua Santidade o Papa.

Já no exercício des funções, de acordo com o Artigo 17.º § 1 da Constituição, Fra’ Ludwig Hoffmann von Rumerstein, anulou os Decretos que estabeleceram os procedimentos disciplinares contra Albrecht Freiherr von Boeselager e a sua suspensão como membro da Ordem, pelo que este retomará o seu cargo como Grande Chanceller.

A Assembleia dos Cavaleiros Portugueses está sintonizada com esta decisão e demais orientações saídas da reunião do Soberano Conselho, bem como com as decisões já tomadas por Fra' Ludwig Rumerstein, tendo S.E. o Sr. Conde de Albuquerque, Presidente do Conselho Directivo, dirigido uma comunicação aos Membros da Ordem nesse sentido.

O novo Grão-Mestre, de acordo com o disposto na Constituição, será eleito dentro dos próximos três meses, pelo Corpo Eleitoral do Conselho Completo da Ordem, composto por uma representação internacional dos seus Membros, que para esse efeito se reunirá na sede da Ordem, em Roma.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Fra´ Matthew Festing apresentou a resignação à dignidade de Grão-Mestre da Ordem de Malta


Ontem, dia 24 de Janeiro de 2017, na audiência com o Santo Padre, Sua Alteza Eminentíssima Fra' Matthew Festing, apresentou a sua resignação à dignidade de Grão-Mestre da Ordem Soberana e Militar de Malta.
Hoje, dia 25 de Janeiro, o Santo Padre aceitou a resignação, expressando a Fra´Matthew Festing, a apreciação e gratidão pelos sentimentos de lealdade e devoção ao Sucessor de Pedro e a disposição para servir humildemente o bem da Ordem e da Igreja.
A confirmar-se a resignação, o governo da Ordem será assumido interinamente pelo Grão-Comendador, Fra´ Ludwig Hoffmann von Rumerstein.

Ver Comunicado emitido hoje pela Santa Sé.

Entretanto, Fra' Matthew Festing já convocou uma Sessão Extraordinária do Soberano Conselho da Ordem, para o próximo dia 28 do corrente, com vista a formalizar a sua resignação para aceitação.

Ver Comunicado emitido hoje pelo Grão-Magistério.

Este desfecho, por alegada exigência do Santo Padre, tem motivações mais antigas e internas de ambas as instituições, mas foi agora espoletado pela controvérsia entre a Ordem e a Santa Sé, uma vez que aquela se manifestou contrária à nomeação de um grupo pelo Secretário de Estado do Vaticano, com vista a apurar as razões da exoneração e substituição do antigo Grão-Chanceller da Ordem, responsável pelo Malteser International.
No entanto, a Ordem fez questão de sublinhar que a rejeição em colaborar com esse grupo, se prendia com motivos estritamente legais e, portanto, não podia, de forma alguma, ser considerada como uma falta de respeito para com o Grupo, nem para com Sua Eminência o Secretário de Estado.

Ver Nota emitida pelo Grão-Magistério.


Em face da alegada exigência de Sua Santidade o Papa Francisco, Fra' Matthew Festing, que jurou lealdade e devoção ao Santo Padre e à Igreja, viu-se moralmente obrigado a apresentar a resignação à dignidade de Grão-Mestre da Ordem Soberana e Militar de Malta.

domingo, 18 de dezembro de 2016

Cerimónias Natalícias da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem de Malta

Aspecto do Acto de Promessa dos Cavaleiros em Obdiência
(foto por Dona Maria Antonieta Sanhudo Portocarrero)
Realizaram-se, no passado sábado, dia 17, as Cerimónias de Natal da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana e Militar de Malta. Tiveram lugar na sede nacional da Assembleia, na Igreja de Santa Luzia e São Brás, em Lisboa, e foram presididas por S.E.R. o Senhor Bispo de Portalegre-Castelo Branco Dom Antonino Dias, Capelão Grã Cruz Conventual "Ad Honorem" e concelebradas por S.E.R. o Senhor Núncio Apostólico, Dom Rino Passigato.
Durante a Santa Missa decorreu também a Cerimónia de Promessa de Cavaleiros em Obediência dos Confrades Exmo. Senhor Eduardo Rosa de Queiroz e Exmo. Senhor Eng. José Manuel Soeiro do Nascimento Correia Alves.
As Cerimónias culminaram com um Cocktail Dinatoire no Turf Club, no Chiado.



Fotos: Assembleia dos Cavaleiros Portugueses

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

NOTA DE PESAR E CONDOLÊNCIAS


Foi de forma inesperada, com profunda consternação e pesar que recebemos a notícia do falecimento do Exmo. Sr. Prof. Doutor Eng.º Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho (1959-2016), Cavaleiro de Honra e Devoção da Ordem Soberana e Militar de Malta, Membro da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses e actual Assessor do Chanceler.
Homem de bom trato, afável e atencioso, Cavaleiro consciencioso e activo, Bernardo Pacheco de Carvalho, era Membro da Ordem Soberana e Militar de Malta há precisamente 30 anos, tendo sido admitido em 18 de junho de 1986.
À família, amigos e confrades, manifestamos os mais sinceros votos de pesar e condolências.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Falcoaria Portuguesa considerada Património Cultural Imaterial da Humanidade

Foi hoje (01.XII) aprovada a inclusão da Falcoaria Portuguesa na lista do Património Cultural Imaterial da UNESCO.
O impulso para a classificação foi dado pela Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, que assim fez com que este património passasse a integrar a lista de 13 países, do Médio Oriente ao Mediterrâneo, cuja respectiva falcoaria já se encontra reconhecida.

Aproveitamos o mote para lembrar a relação histórica da Ordem de Malta com a Falcoaria Nacional e, nomeadamente, com a Falcoaria de Salvaterra de Magos.


A Falcoaria de Salvaterra de Magos remonta aos inícios do século XVII, tendo os primeiros falcões, cujos exemplares chegaram a Lisboa, com destino a Salvaterra, no dia 24 de Junho de 1745, sido oferecidos ao rei D. João V (1706-1750) pelo português e Grão-Mestre da Ordem de Malta Fra' D. Manoel Pinto da Fonseca (1741-1773).
A tradição de oferecer Falcões e até outras espécies exóticas ao Rei de Portugal, no entanto, é mais antiga. D. António Manoel de Vilhena, o mais renomado português que ocupou a Dignidade de Grão-Mestre da Ordem de Malta, por exemplo, uma vez eleito em 19 de Junho de 1722, todos os anos enviou falcões ao Rei de Portugal, alargando assim uma tradição que se mantinha já com os Reis de França e Espanha. Tradição esta, ainda mais antiga, a remontar a 1530, quando Carlos de Habsburgo, Rei de Espanha e Imperador do Sacro Império Romano-Germânico impôs à Ordem dos Cavaleiros Hospitalários de S. João de Jerusalém e de Rodes o denominado Tributo do Falcão Maltês em troca simbólica pela cessão da soberania da Ilha de Malta, mediante o qual a Ordem ficou incumbida de entregar anualmente um falcão treinado para a cetraria ao reino de Espanha. (para saber mais, carregar no link).

sábado, 12 de novembro de 2016

Comunicado conjunto da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses e da Embaixada da Ordem Soberana Militar de Malta em Portugal

Clicar sobre o texto para ampliar

Reproduzimos e reforçamos aqui o Comunicado supra para esclarecer a comunidade em geral, de forma a evitar equívocos, aproveitamentos indevidos e/ou prejuizos provocados por terceiros (pessoas singulares ou colectivas), que para o efeito, de forma deliberada, dolosa ou negligente, se servem do bom nome, história e tradição da Ordem Soberana Militar de Malta e das entidades que legitimamente a representam em Portugal, como únicas herdeiras das tradições históricas, culturais e religiosas da também denominada Ordem Soberana Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta.
Acresce, pois, esclarecer que a Ordem Soberana Militar de Malta, reconhecida pela Santa Sé, tem como representação oficial em Portugal, uma associação com Estatuto de Utilidade Pública e de Instituição Particular de Solidariedade Social, denominada Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana Militar de Malta, com sede na cidade de Lisboa, cujo presidente do Conselho Directivo é S.E. o Sr. Dr. D. Augusto de Albuquerque de Athayde (GCHDOb); e representação diplomática ao nível de Embaixada, denominada Embaixada da Ordem Soberana Militar de Malta em Portugal, com Chancelaria na cidade de Lisboa, cujo Embaixador é S.E. o Sr. Dr. Miguel de Polignac de Barros (GCHD).
A Assembleia dos Cavaleiros Portugueses possui ainda um braço operacional e de voluntariado denominado CVOM - Corpo de Voluntários da Ordem de Malta, com sede na cidade do Porto, cujo Coordenador Nacional é o Exmo. Sr. Eng. José Manuel Correia Alves (CGM).
Periférica e conexa à Assembleia dos Cavaleiros Portugueses está ainda a Fundação Frei Manuel Pinto da Fonseca, Instituição Particular de Solidariedade Social, com sede na cidade de Vila Nova de Gaia, cujo presidente da Direcção é o Exmo. Sr. Dr. Adalberto Manuel Neiva de Oliveira (GCGM).

É de uso exclusivo das supra referidas entidades a seguinte simbologia heráldica e vexilológica:

Brasão e Bandeira de Estado        *       Brasão e Bandeira Operacionais
São prerrogativas exclusivas da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses, dependentes de aprovação pelo Soberano Conselho da Ordem, admitir e promover membros com a atribuição do grau estatutáriamente correspondente; bem como a atribuição da condecorativa Ordem Pro Mérito Melitense.
É ainda da exclusiva competência da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses indicar os Embaixadores Extraordinários e Plenipotenciários para os países lusófonos, nomeadamente, Angola, Guiné-Bissau, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e Cabo Verde, onde actualmente se encontra efectivada e credenciada a respectiva representação diplomática.

Por fim, apenas salientar alguns aspectos da nota expedida pela Secretaria de Estado do Vaticano, em 17 de Outubro de 2012:
"A Secretaria de Estado, em resposta aos frequentes pedidos de informação sobre a posição da Santa Sé ante as Ordens Equestres dedicadas a santos ou auto-intituladas sacras, considera oportuno reiterar o que já foi publicado anteriormente:
Além das suas próprias ordens equestres (Ordem Suprema de Cristo, Ordem da Espora de Ouro, Ordem de Pio IX, Ordem de São Gregório Magno e Ordem de São Silvestre Papa), a Santa Sé reconhece e tutela apenas a Ordem Soberana Militar de Malta, também denominada Ordem Soberana e Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta, e a Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém. Não há qualquer agregação a esta listagem.
Todas as demais ordens, instituídas recentemente ou derivadas de ordens medievais, não são reconhecidas pela Santa Sé, não podendo esta, portanto, garantir a sua legitimidade histórica e jurídica, nem a sua finalidade, nem os seus sistemas de organização.
Para evitar possíveis mal-entendidos, relacionados inclusivé com a emissão ilícita de documentos e com o uso indevido de lugares santos, bem como para impedir a continuação de abusos que possam resultar em dano contra muitas pessoas de boa fé, a Santa Sé confirma que não atribui nenhum valor a diplomas de cavaleiros nem às relativas insígnias emitidas por associações não reconhecidas, e confirma ainda que não considera apropriado utilizar as igrejas e capelas para as chamadas "cerimónias de investidura".

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

ESCLARECIMENTO
(oficioso)

Tendo em conta o elevado número de pedidos de informação e esclarecimento sobre a associação denominada "Cruz de Malta" ou "Bombeiros Cruz de Malta", somos a esclarecer o seguinte:

A Ordem Soberana e Militar de Malta, que em Portugal é representada pela Assembleia dos Cavaleiros Portugueses, legítima e ÚNICA herdeira das tradições históricas, culturais, assistenciais e religiosas da também denominada Ordem Soberana Militar e Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta, e pela Embaixada da Ordem Soberana de Malta, não tem qualquer ligação institucional e/ou funcional com a associação abaixo (fundada em 1918 por um grupo de cidadãos civis, sob a denominação de "Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Cruz de Malta", tendo por «emblema em fundo losango a cruz de Malta prateada», não devendo, pois, fazer-se qualquer confusão com as entidades que legitima e reconhecidamente representam a Ordem de Malta em Portugal.

Com efeito, embora possa comungar do carisma da Ordem de Malta - como qualquer outra entidade -, não pode reclamar nem invocar a história e tradições culturais, assistenciais e religiosas desta Ordem em seu beneficio, nem usar a simbologia própria das instituições que legitimamente representam a Ordem de Malta.

O facto desta associação, ao longo dos anos, ter também usado como emblema, de forma indiscriminada, a cruz de Malta, pese embora o estabelecido nos seus próprios estatutos (nomeadamente, na versão aprovada em 1952), não a legitima a usar simbologia exclusiva das instituições da Ordem de Malta.

No entanto, desde 2013 que os dirigentes da referida associação (dentre os quais o Exmo. Sr. Presidente da Direcção, que se encontra ser também Cavaleiro da Ordem de Malta) vêm fazendo contactos, diligências e acções (nomeadamente uma alteração estatutária através da qual a referida associação modificou a sua natureza, adoptou como emblema o Escudete ou Brasão Operacional da Ordem de Malta e passou a denominar-se "Cruz de Malta - Associação Humanitária e Social"), no sentido de ser "perfilhada" e integrada como entidade conexa da Ordem de Malta, através da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses; o que, no entanto, devido a diversas vicissitudes a que a Ordem de Malta é alheia, não se formalizou até à data (10 de Novembro de 2016).

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terça-feira, 8 de novembro de 2016

ESCLARECIMENTO
(oficioso)

A Ordem Soberana e Militar de Malta, que em Portugal é representada pela Assembleia dos Cavaleiros Portugueses, legítima e ÚNICA herdeira das tradições históricas, culturais, assistenciais e religiosas da também denominada Ordem Soberana Militar e Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta e pela Embaixada da Ordem Soberana de Malta, não reconhece a entidade abaixo (dita dissidente da Ordem primitiva), não sendo pois, tal entidade, susceptível de confusão com as entidades que legitima e reconhecidamente representam a Ordem de Malta em Portugal.

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domingo, 6 de novembro de 2016

Nova estátua do Santo Condestável em Lisboa

Estátua do Santo Condestável
Agência Ecclesia
Este domingo, dia 05 de Novembro, a Comissão São Nuno de Santa Maria inaugurou um nova estátua do Santo Condestável em Lisboa, no topo da avenida da Torre de Belém.
Esta iniciativa daquela Comissão, veio em sequência da inscrição no Orçamento Participativo da Câmara Municipal de Lisboa de 2009, visando a construção de uma estátua em honra de D. Nuno Álvares Pereira, que obteve o apoio do Povo de Lisboa.
Recorde-se que a Comissão de São Nuno de Santa Maria foi constituida no ano da canonização do Condestável sob o patrocínio da Ordem do Carmo em Portugal e tem como objectivo celebrar a figura de D. Nuno Álvares Pereira e divulgar a sua vida e obra.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Brasão de Fé de Dom António Augusto Azevedo, Bispo Auxiliar da Diocese do Porto


Leitura: escudo de formato oval (próprio da heráldica eclesiástica) de azul terciado com barra de ouro, acompanhado de Cruz de Malta vermelha em chefe, e um castelo flanqueado por dois ramos de oliveira. Sobrepostos ao escudo um chapéu eclesiástico de Bispo e dele pendentes, para cada lado, os cordões e as seis borlas inerentes à categoria episcopal, tudo de verde. Filactera inferior de prata debruada a verde com a legenda: MISERICORDIAS DOMINI CANTABO (Salmo 89,2).

Dom António Augusto de Oliveira Azevedo, recém nomeado Bispo Auxiliar da Diocese do Porto, por Sua Santidade o Papa Francisco, é natural de São Pedro de Avioso, concelho e cidade da Maia, onde nasceu em 21 de Janeiro de 1954. Daqui também a identificação com a Cruz de Malta, desta antiga ordem religiosa e militar que teve uma presença muito significativa naquela região do país.
Foi ordenado presbítero em 13 de Julho de 1986, sendo incardinado na Diocese do Porto. Concluiu o Doutoramento em Filosofia pela Universidade Pontifícia Gregoriana, em Roma. Assumiu depois as funções de Docente nas Faculdades de Teologia, Direito e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa (Porto), no Seminário Maior do Porto e no Centro de Cultura Católica (Porto). Até à nomeação episcopal exercia as funções de Reitor do Seminário Maior do Porto e, desde 2004, de Juiz do Tribunal Eclesiástico do Porto.
Foi nomeado Bispo Auxiliar da Diocese do Porto por Sua Santidade o Papa Francisco, em 09 de Janeiro de 2016, tendo como título episcopal o de Bispo Titular de Cemerinianus, uma antiga Diocese do Norte de África, na actual Argélia. (Fontes: Diocese do Porto e Wikipédia).

quinta-feira, 24 de março de 2016

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

São Brás

Pintura alusiva a São Brás
Igreja de São Martinho de Mouros, Resende
No dia em que a Igreja assinala o Dia do mártir, e bispo católico São Brás (c.264-c.316), partilhamos a pintura mural do século XV que representa este Santo, que se encontra escondida atrás de um dos retábulos colaterais da Igreja de São Martinho de Mouros, em Resende.
São Brás nasceu por volta do ano 264 na cidade de Sebaste, na Arménia, e faleceu em 316, degolado pelos romanos. É dito padroeiro das doenças da garganta, por ter retirado com a mão um espinho da garganta de uma criança. in Rota do Românico.
São Brás é um dos patronos da Igreja de São Brás e Santa Luzia, na cidade de Lisboa, cabeça da antiquíssima comenda de São Brás do termo de Lisboa e actual sede da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana e Militar de Malta, onde, de resto, figura uma belíssima imagem do Santo, especialmente estimada pelos Membros e Cavaleiros da Ordem de Malta.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Apresentação do livro 'Rossas e a Ordem de Malta', de António Brandão de Pinho

No passado dia 6 de Dezembro, na Igreja Paroquial de Rossas, antiga comenda da Ordem de Malta, teve lugar a apresentação do último trabalho de António Brandão de Pinho, natural daquela freguesia e presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação de Defesa do Património Arouquense, que editou o livro e esteve representada pelo Secretário da Direcção, Senhor Eng.º Alberto Carreira Brandão de Vasconcelos.
A Sessão de Apresentação foi presidida por S.E. o Senhor Embaixador da Ordem de Malta em Portugal, Dr. Miguel de Polignac de Barros, que, entre outras considerações, contou a história da sua iniciativa e convite ao Dr. António Brandão de Pinho para ingressar na Ordem de Malta.
Correspondendo ao convite que lhe dirigiu o confrade e autor, S.E. o Senhor Conde de Albuquerque, Presidente do Conselho da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana e Militar de Malta, dignou-se apresentar o livro, o que fez de forma exaustiva e muito elogiosa.
Dignaram-se ainda assistir a esta apresentação o Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Arouca, Prof. Doutor Elísio Brandão, e a Excelentíssima Senhora Vereadora da Cultura, Desporto e Turismo, também em representação do Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara, Dra. Margarida Belém, que ofertou os convidados com lembranças do município.
Estiveram ainda presentes, para além de muitos amigos e conterrâneos do autor e representantes da comunicação social local, o Senhor Fernando Mendes, Presidente da Junta de Freguesia de Arouca e Burgo e o Senhor Prof. Doutor José do Vale Quaresma, Vice-Juiz da Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda de Arouca.
Concluída a Sessão de Apresentação, S.E. o Senhor Dr. Miguel de Polignac de Barros, e S.E. o Senhor Dr. D. Augusto de Albuquerque de Athayde, aceitaram o convite e acompanharam o Reverendo Pe. João Pedro Bizarro, o Senhor Presidente da Junta de Freguesia, e demais membros da Fábrica da Igreja, Junta e Assembleia de Freguesia de Rossas, na visita à Igreja Matriz e Núcleo Museológico da Paróquia.
O livro "Rossas e a Ordem de Malta" teve o apoio da Beira Mar Confeitaria, de Niterói, Brasil; da Arouplás, Plásticos Técnicos; da Caixa de Crédito Agrícola de Arouca; da Embaixada e Assembleia da Ordem de Malta em Portugal; da Câmara Municipal de Arouca, do Conselho da Fábrica da Igreja de Rossas e da Junta de Freguesia de Rossas, que assegurou a logística do evento e almoço de confraternização entre os ilustres convidados, membros da Fábrica da Igreja, da Junta e Assembleia de Freguesia de Rossas.
Concluído este programa, S.E. o Senhor Embaixador da Ordem de Malta em Portugal fez ainda questão de visitar o Mosteiro de Arouca, mais própriamente o túmulo da Rainha Santa Mafalda, que tinha os Cavaleiros Hospitalários como seus confidentes e protectores, e a Igreja, cujo traço de recuperação foi feito pelo maltês Carlos Gimac, que veio para Portugal a convite dos mais altos dignitários da Ordem de Malta à época.

O autor
António Brandão de Pinho é natural da freguesia de Rossas, concelho de Arouca, onde nasceu em 11 de Fevereiro de 1978. É licenciado em Direito pela Universidade Lusíada do Porto e Pós-Graduado em Direito das Sociedades Comerciais, Abertas e de Mercado pela Universidade Católica de Lisboa e Mediador de Conflitos, inscrito na lista de Mediadores do Ministério da Justiça. É Cavaleiro da Ordem Soberana e Militar de Malta e Membro  do Conselho da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses.
Antes de rumar ao Porto, onde se formou, e a Lisboa, onde exerce actividade, foi dirigente associativo, tendo sido, entre outros cargos, Presidente da Direcção do Grupo Cultural e Recreativo de Rossas, primeiro Presidente da Federação das Associações do Município de Arouca e Vice-presidente da Federação das Associações Juvenis do Distrito de Aveiro. É ainda Irmão da Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda de Arouca e Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação de Defesa do Património Arouquense.
Jurista de formação e historiador por vocação, como costuma dizer, desde muito cedo começou a pesquisar aspectos da história de Arouca e, principalmente, da freguesia de Rossas, contando-se entre os seus principais trabalhos: "História de Arouca em Datas", "Senhora do Campo. Fé, Devoção, História e Tradição", "Rossas. A Terra e o Povo" e "História e Genealogia das Principais Casas e Famílias de Rossas, de 1600 a 2000".
Recentemente, concluiu um artigo epigrafado "Quinta da Alcaidaria-Mor, propriedade da Ordem de Malta, de D. Nuno Álvares Pereira ao 1.º Barão de Alvaiázere", publicado na revista Filermo, Volume 16, pp.37-66. Concluiu também um trabalho mais extenso sobre heráldica autárquica e história da Ordem de Malta em Portugal, epigrafado: "A Cruz da Ordem de Malta nos Brasões Autárquicos Portugueses".

Os livros publicados por António Brandão de Pinho no corrente ano

A mesa da Sessão de Apresentação

Mário de Pinho Brandão, representante da Fábrica da Igreja de Rossas e autor do prefácio, no uso da palavra

José Paulo Oliveira, Presidente da Junta de Freguesia de Rossas, no uso da palavra

S.E. o Senhor Conde de Albuquerque no uso da palavra

S.E. o Senhor Dr. Miguel de Polignac de Barros no uso da palavra

Aspecto da assistência, com destaque para o Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Arouca, Prof. Doutor Elísio Brandão, e a Excelentíssima Senhora Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Arouca, Dra. Margarida Belém


O autor a autografar os seus livros


Os cumprimentos ao autor

S.E. o Senhor Conde de Albuquerque à conversa com o Senhor Prof. Doutor Elísio Brandão

No almoço de confraternização entre os convidados, membros da Fábrica da Igreja, Junta e Assembleia de Freguesia de Rossas

Aspecto geral de uma das mesas do almoço de confraternização


S.E. o Senhor Embaixador da Ordem de Malta em Portugal e António Brandão de Pinho, em visita a Igreja e túmulo da Rainha Santa Mafalda, no Mosteiro de Arouca