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| Anunciação Tapeçaria, Co-Catedral de São João, Malta |
História, legado e atualidade da Ordem Soberana Militar e Hospitalária de S. João de Jerusalém, de Rodes e de Malta, em Portugal
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
NOTA DE PESAR E CONDOLÊNCIAS
Foi de forma inesperada, com profunda consternação e pesar que recebemos a notícia do falecimento do Exmo. Sr. Prof. Doutor Eng.º Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho (1959-2016), Cavaleiro de Honra e Devoção da Ordem Soberana e Militar de Malta, Membro da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses e actual Assessor do Chanceler.
Homem de bom trato, afável e atencioso, Cavaleiro consciencioso e activo, Bernardo Pacheco de Carvalho, era Membro da Ordem Soberana e Militar de Malta há precisamente 30 anos, tendo sido admitido em 18 de junho de 1986.
À família, amigos e confrades, manifestamos os mais sinceros votos de pesar e condolências.
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Falcoaria Portuguesa considerada Património Cultural Imaterial da Humanidade
Foi hoje (01.XII) aprovada a inclusão da Falcoaria Portuguesa na lista do Património Cultural Imaterial da UNESCO.
O impulso para a classificação foi dado pela Câmara Municipal de Salvaterra de Magos, que assim fez com que este património passasse a integrar a lista de 13 países, do Médio Oriente ao Mediterrâneo, cuja respectiva falcoaria já se encontra reconhecida.
Aproveitamos o mote para lembrar a relação histórica da Ordem de Malta com a Falcoaria Nacional e, nomeadamente, com a Falcoaria de Salvaterra de Magos.
A Falcoaria de Salvaterra de Magos remonta aos inícios do século XVII, tendo os primeiros falcões, cujos exemplares chegaram a Lisboa, com destino a Salvaterra, no dia 24 de Junho de 1745, sido oferecidos ao rei D. João V (1706-1750) pelo português e Grão-Mestre da Ordem de Malta Fra' D. Manoel Pinto da Fonseca (1741-1773).
A tradição de oferecer Falcões e até outras espécies exóticas ao Rei de Portugal, no entanto, é mais antiga. D. António Manoel de Vilhena, o mais renomado português que ocupou a Dignidade de Grão-Mestre da Ordem de Malta, por exemplo, uma vez eleito em 19 de Junho de 1722, todos os anos enviou falcões ao Rei de Portugal, alargando assim uma tradição que se mantinha já com os Reis de França e Espanha. Tradição esta, ainda mais antiga, a remontar a 1530, quando Carlos de Habsburgo, Rei de Espanha e Imperador do Sacro Império Romano-Germânico impôs à Ordem dos Cavaleiros Hospitalários de S. João de Jerusalém e de Rodes o denominado Tributo do Falcão Maltês em troca simbólica pela cessão da soberania da Ilha de Malta, mediante o qual a Ordem ficou incumbida de entregar anualmente um falcão treinado para a cetraria ao reino de Espanha. (para saber mais, carregar no link).
sábado, 12 de novembro de 2016
Comunicado conjunto da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses e da Embaixada da Ordem Soberana Militar de Malta em Portugal
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Reproduzimos e reforçamos aqui o Comunicado supra para esclarecer a comunidade em geral, de forma a evitar equívocos, aproveitamentos indevidos e/ou prejuizos provocados por terceiros (pessoas singulares ou colectivas), que para o efeito, de forma deliberada, dolosa ou negligente, se servem do bom nome, história e tradição da Ordem Soberana Militar de Malta e das entidades que legitimamente a representam em Portugal, como únicas herdeiras das tradições históricas, culturais e religiosas da também denominada Ordem Soberana Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta.
Acresce, pois, esclarecer que a Ordem Soberana Militar de Malta, reconhecida pela Santa Sé, tem como representação oficial em Portugal, uma associação com Estatuto de Utilidade Pública e de Instituição Particular de Solidariedade Social, denominada Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana Militar de Malta, com sede na cidade de Lisboa, cujo presidente do Conselho Directivo é S.E. o Sr. Dr. D. Augusto de Albuquerque de Athayde (GCHDOb); e representação diplomática ao nível de Embaixada, denominada Embaixada da Ordem Soberana Militar de Malta em Portugal, com Chancelaria na cidade de Lisboa, cujo Embaixador é S.E. o Sr. Dr. Miguel de Polignac de Barros (GCHD).
A Assembleia dos Cavaleiros Portugueses possui ainda um braço operacional e de voluntariado denominado CVOM - Corpo de Voluntários da Ordem de Malta, com sede na cidade do Porto, cujo Coordenador Nacional é o Exmo. Sr. Eng. José Manuel Correia Alves (CGM).
Periférica e conexa à Assembleia dos Cavaleiros Portugueses está ainda a Fundação Frei Manuel Pinto da Fonseca, Instituição Particular de Solidariedade Social, com sede na cidade de Vila Nova de Gaia, cujo presidente da Direcção é o Exmo. Sr. Dr. Adalberto Manuel Neiva de Oliveira (GCGM).
É de uso exclusivo das supra referidas entidades a seguinte simbologia heráldica e vexilológica:
São prerrogativas exclusivas da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses, dependentes de aprovação pelo Soberano Conselho da Ordem, admitir e promover membros com a atribuição do grau estatutáriamente correspondente; bem como a atribuição da condecorativa Ordem Pro Mérito Melitense.
É ainda da exclusiva competência da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses indicar os Embaixadores Extraordinários e Plenipotenciários para os países lusófonos, nomeadamente, Angola, Guiné-Bissau, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e Cabo Verde, onde actualmente se encontra efectivada e credenciada a respectiva representação diplomática.
Por fim, apenas salientar alguns aspectos da nota expedida pela Secretaria de Estado do Vaticano, em 17 de Outubro de 2012:
"A Secretaria de Estado, em resposta aos frequentes pedidos de informação sobre a posição da Santa Sé ante as Ordens Equestres dedicadas a santos ou auto-intituladas sacras, considera oportuno reiterar o que já foi publicado anteriormente:
Além das suas próprias ordens equestres (Ordem Suprema de Cristo, Ordem da Espora de Ouro, Ordem de Pio IX, Ordem de São Gregório Magno e Ordem de São Silvestre Papa), a Santa Sé reconhece e tutela apenas a Ordem Soberana Militar de Malta, também denominada Ordem Soberana e Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta, e a Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém. Não há qualquer agregação a esta listagem.
Todas as demais ordens, instituídas recentemente ou derivadas de ordens medievais, não são reconhecidas pela Santa Sé, não podendo esta, portanto, garantir a sua legitimidade histórica e jurídica, nem a sua finalidade, nem os seus sistemas de organização.
Para evitar possíveis mal-entendidos, relacionados inclusivé com a emissão ilícita de documentos e com o uso indevido de lugares santos, bem como para impedir a continuação de abusos que possam resultar em dano contra muitas pessoas de boa fé, a Santa Sé confirma que não atribui nenhum valor a diplomas de cavaleiros nem às relativas insígnias emitidas por associações não reconhecidas, e confirma ainda que não considera apropriado utilizar as igrejas e capelas para as chamadas "cerimónias de investidura".
Acresce, pois, esclarecer que a Ordem Soberana Militar de Malta, reconhecida pela Santa Sé, tem como representação oficial em Portugal, uma associação com Estatuto de Utilidade Pública e de Instituição Particular de Solidariedade Social, denominada Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana Militar de Malta, com sede na cidade de Lisboa, cujo presidente do Conselho Directivo é S.E. o Sr. Dr. D. Augusto de Albuquerque de Athayde (GCHDOb); e representação diplomática ao nível de Embaixada, denominada Embaixada da Ordem Soberana Militar de Malta em Portugal, com Chancelaria na cidade de Lisboa, cujo Embaixador é S.E. o Sr. Dr. Miguel de Polignac de Barros (GCHD).
A Assembleia dos Cavaleiros Portugueses possui ainda um braço operacional e de voluntariado denominado CVOM - Corpo de Voluntários da Ordem de Malta, com sede na cidade do Porto, cujo Coordenador Nacional é o Exmo. Sr. Eng. José Manuel Correia Alves (CGM).
Periférica e conexa à Assembleia dos Cavaleiros Portugueses está ainda a Fundação Frei Manuel Pinto da Fonseca, Instituição Particular de Solidariedade Social, com sede na cidade de Vila Nova de Gaia, cujo presidente da Direcção é o Exmo. Sr. Dr. Adalberto Manuel Neiva de Oliveira (GCGM).
É de uso exclusivo das supra referidas entidades a seguinte simbologia heráldica e vexilológica:
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| Brasão e Bandeira de Estado * Brasão e Bandeira Operacionais |
É ainda da exclusiva competência da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses indicar os Embaixadores Extraordinários e Plenipotenciários para os países lusófonos, nomeadamente, Angola, Guiné-Bissau, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e Cabo Verde, onde actualmente se encontra efectivada e credenciada a respectiva representação diplomática.
Por fim, apenas salientar alguns aspectos da nota expedida pela Secretaria de Estado do Vaticano, em 17 de Outubro de 2012:
"A Secretaria de Estado, em resposta aos frequentes pedidos de informação sobre a posição da Santa Sé ante as Ordens Equestres dedicadas a santos ou auto-intituladas sacras, considera oportuno reiterar o que já foi publicado anteriormente:
Além das suas próprias ordens equestres (Ordem Suprema de Cristo, Ordem da Espora de Ouro, Ordem de Pio IX, Ordem de São Gregório Magno e Ordem de São Silvestre Papa), a Santa Sé reconhece e tutela apenas a Ordem Soberana Militar de Malta, também denominada Ordem Soberana e Militar Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta, e a Ordem Equestre do Santo Sepulcro de Jerusalém. Não há qualquer agregação a esta listagem.
Todas as demais ordens, instituídas recentemente ou derivadas de ordens medievais, não são reconhecidas pela Santa Sé, não podendo esta, portanto, garantir a sua legitimidade histórica e jurídica, nem a sua finalidade, nem os seus sistemas de organização.
Para evitar possíveis mal-entendidos, relacionados inclusivé com a emissão ilícita de documentos e com o uso indevido de lugares santos, bem como para impedir a continuação de abusos que possam resultar em dano contra muitas pessoas de boa fé, a Santa Sé confirma que não atribui nenhum valor a diplomas de cavaleiros nem às relativas insígnias emitidas por associações não reconhecidas, e confirma ainda que não considera apropriado utilizar as igrejas e capelas para as chamadas "cerimónias de investidura".
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
ESCLARECIMENTO
(oficioso)
Tendo em conta o elevado número de pedidos de informação e esclarecimento sobre a associação denominada "Cruz de Malta" ou "Bombeiros Cruz de Malta", somos a esclarecer o seguinte:
A Ordem Soberana e Militar de Malta, que em Portugal é representada pela Assembleia dos Cavaleiros Portugueses, legítima e ÚNICA herdeira das tradições históricas, culturais, assistenciais e religiosas da também denominada Ordem Soberana Militar e Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta, e pela Embaixada da Ordem Soberana de Malta, não tem qualquer ligação institucional e/ou funcional com a associação abaixo (fundada em 1918 por um grupo de cidadãos civis, sob a denominação de "Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Cruz de Malta", tendo por «emblema em fundo losango a cruz de Malta prateada», não devendo, pois, fazer-se qualquer confusão com as entidades que legitima e reconhecidamente representam a Ordem de Malta em Portugal.
A Ordem Soberana e Militar de Malta, que em Portugal é representada pela Assembleia dos Cavaleiros Portugueses, legítima e ÚNICA herdeira das tradições históricas, culturais, assistenciais e religiosas da também denominada Ordem Soberana Militar e Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta, e pela Embaixada da Ordem Soberana de Malta, não tem qualquer ligação institucional e/ou funcional com a associação abaixo (fundada em 1918 por um grupo de cidadãos civis, sob a denominação de "Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Cruz de Malta", tendo por «emblema em fundo losango a cruz de Malta prateada», não devendo, pois, fazer-se qualquer confusão com as entidades que legitima e reconhecidamente representam a Ordem de Malta em Portugal.
Com efeito, embora possa comungar do carisma da Ordem de Malta - como qualquer outra entidade -, não pode reclamar nem invocar a história e tradições culturais, assistenciais e religiosas desta Ordem em seu beneficio, nem usar a simbologia própria das instituições que legitimamente representam a Ordem de Malta.
O facto desta associação, ao longo dos anos, ter também usado como emblema, de forma indiscriminada, a cruz de Malta, pese embora o estabelecido nos seus próprios estatutos (nomeadamente, na versão aprovada em 1952), não a legitima a usar simbologia exclusiva das instituições da Ordem de Malta.
O facto desta associação, ao longo dos anos, ter também usado como emblema, de forma indiscriminada, a cruz de Malta, pese embora o estabelecido nos seus próprios estatutos (nomeadamente, na versão aprovada em 1952), não a legitima a usar simbologia exclusiva das instituições da Ordem de Malta.
No entanto, desde 2013 que os dirigentes da referida associação (dentre os quais o Exmo. Sr. Presidente da Direcção, que se encontra ser também Cavaleiro da Ordem de Malta) vêm fazendo contactos, diligências e acções (nomeadamente uma alteração estatutária através da qual a referida associação modificou a sua natureza, adoptou como emblema o Escudete ou Brasão Operacional da Ordem de Malta e passou a denominar-se "Cruz de Malta - Associação Humanitária e Social"), no sentido de ser "perfilhada" e integrada como entidade conexa da Ordem de Malta, através da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses; o que, no entanto, devido a diversas vicissitudes a que a Ordem de Malta é alheia, não se formalizou até à data (10 de Novembro de 2016).
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terça-feira, 8 de novembro de 2016
ESCLARECIMENTO
(oficioso)
(oficioso)
A Ordem Soberana e Militar de Malta, que em Portugal é representada pela Assembleia dos Cavaleiros Portugueses, legítima e ÚNICA herdeira das tradições históricas, culturais, assistenciais e religiosas da também denominada Ordem Soberana Militar e Hospitalária de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta e pela Embaixada da Ordem Soberana de Malta, não reconhece a entidade abaixo (dita dissidente da Ordem primitiva), não sendo pois, tal entidade, susceptível de confusão com as entidades que legitima e reconhecidamente representam a Ordem de Malta em Portugal.
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domingo, 6 de novembro de 2016
Nova estátua do Santo Condestável em Lisboa
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| Estátua do Santo Condestável Agência Ecclesia |
Este domingo, dia 05 de Novembro, a Comissão São Nuno de Santa Maria inaugurou um nova estátua do Santo Condestável em Lisboa, no topo da avenida da Torre de Belém.
Esta iniciativa daquela Comissão, veio em sequência da inscrição no Orçamento Participativo da Câmara Municipal de Lisboa de 2009, visando a construção de uma estátua em honra de D. Nuno Álvares Pereira, que obteve o apoio do Povo de Lisboa.
Recorde-se que a Comissão de São Nuno de Santa Maria foi constituida no ano da canonização do Condestável sob o patrocínio da Ordem do Carmo em Portugal e tem como objectivo celebrar a figura de D. Nuno Álvares Pereira e divulgar a sua vida e obra.
terça-feira, 24 de maio de 2016
Brasão de Fé de Dom António Augusto Azevedo, Bispo Auxiliar da Diocese do Porto
Leitura: escudo de formato oval (próprio da heráldica eclesiástica) de azul terciado com barra de ouro, acompanhado de Cruz de Malta vermelha em chefe, e um castelo flanqueado por dois ramos de oliveira. Sobrepostos ao escudo um chapéu eclesiástico de Bispo e dele pendentes, para cada lado, os cordões e as seis borlas inerentes à categoria episcopal, tudo de verde. Filactera inferior de prata debruada a verde com a legenda: MISERICORDIAS DOMINI CANTABO (Salmo 89,2).
Dom António Augusto de Oliveira Azevedo, recém
nomeado Bispo Auxiliar da Diocese do Porto, por Sua Santidade o Papa Francisco,
é natural de São Pedro de Avioso, concelho e cidade da Maia, onde nasceu em 21
de Janeiro de 1954. Daqui também a identificação com a Cruz de Malta, desta antiga
ordem religiosa e militar que teve uma presença muito significativa naquela
região do país.
Foi ordenado presbítero em 13 de Julho de 1986,
sendo incardinado na Diocese do Porto. Concluiu o Doutoramento em Filosofia
pela Universidade Pontifícia Gregoriana, em Roma. Assumiu depois as funções de
Docente nas Faculdades de Teologia, Direito e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa (Porto),
no Seminário Maior do Porto e no Centro de Cultura Católica (Porto). Até à nomeação episcopal exercia as funções de Reitor do
Seminário Maior do Porto e, desde 2004, de Juiz do Tribunal Eclesiástico do
Porto.
Foi nomeado Bispo Auxiliar da Diocese do Porto por
Sua Santidade o Papa Francisco, em 09 de Janeiro de 2016, tendo como título
episcopal o de Bispo Titular de Cemerinianus,
uma antiga Diocese do Norte de África, na actual Argélia. (Fontes: Diocese do Porto e Wikipédia).
sábado, 14 de maio de 2016
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
São Brás
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| Pintura alusiva a São Brás Igreja de São Martinho de Mouros, Resende |
No dia em que a Igreja assinala o Dia do mártir, e bispo católico São Brás (c.264-c.316), partilhamos a pintura mural do século XV que representa este Santo, que se encontra escondida atrás de um dos retábulos colaterais da Igreja de São Martinho de Mouros, em Resende.
São Brás nasceu por volta do ano 264 na cidade de Sebaste, na Arménia, e faleceu em 316, degolado pelos romanos. É dito padroeiro das doenças da garganta, por ter retirado com a mão um espinho da garganta de uma criança. in Rota do Românico.
São Brás é um dos patronos da Igreja de São Brás e Santa Luzia, na cidade de Lisboa, cabeça da antiquíssima comenda de São Brás do termo de Lisboa e actual sede da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana e Militar de Malta, onde, de resto, figura uma belíssima imagem do Santo, especialmente estimada pelos Membros e Cavaleiros da Ordem de Malta.
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Apresentação do livro 'Rossas e a Ordem de Malta', de António Brandão de Pinho
No passado dia 6 de Dezembro, na Igreja Paroquial de Rossas, antiga comenda da Ordem de Malta, teve lugar a apresentação do último trabalho de António Brandão de Pinho, natural daquela freguesia e presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação de Defesa do Património Arouquense, que editou o livro e esteve representada pelo Secretário da Direcção, Senhor Eng.º Alberto Carreira Brandão de Vasconcelos.
A Sessão de Apresentação foi presidida por S.E. o Senhor Embaixador da Ordem de Malta em Portugal, Dr. Miguel de Polignac de Barros, que, entre outras considerações, contou a história da sua iniciativa e convite ao Dr. António Brandão de Pinho para ingressar na Ordem de Malta.
Correspondendo ao convite que lhe dirigiu o confrade e autor, S.E. o Senhor Conde de Albuquerque, Presidente do Conselho da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana e Militar de Malta, dignou-se apresentar o livro, o que fez de forma exaustiva e muito elogiosa.
Dignaram-se ainda assistir a esta apresentação o Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia Municipal de Arouca, Prof. Doutor Elísio Brandão, e a Excelentíssima Senhora Vereadora da Cultura, Desporto e Turismo, também em representação do Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara, Dra. Margarida Belém, que ofertou os convidados com lembranças do município.
Estiveram ainda presentes, para além de muitos amigos e conterrâneos do autor e representantes da comunicação social local, o Senhor Fernando Mendes, Presidente da Junta de Freguesia de Arouca e Burgo e o Senhor Prof. Doutor José do Vale Quaresma, Vice-Juiz da Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda de Arouca.
Concluída a Sessão de Apresentação, S.E. o Senhor Dr. Miguel de Polignac de Barros, e S.E. o Senhor Dr. D. Augusto de Albuquerque de Athayde, aceitaram o convite e acompanharam o Reverendo Pe. João Pedro Bizarro, o Senhor Presidente da Junta de Freguesia, e demais membros da Fábrica da Igreja, Junta e Assembleia de Freguesia de Rossas, na visita à Igreja Matriz e Núcleo Museológico da Paróquia.
O livro "Rossas e a Ordem de Malta" teve o apoio da Beira Mar Confeitaria, de Niterói, Brasil; da Arouplás, Plásticos Técnicos; da Caixa de Crédito Agrícola de Arouca; da Embaixada e Assembleia da Ordem de Malta em Portugal; da Câmara Municipal de Arouca, do Conselho da Fábrica da Igreja de Rossas e da Junta de Freguesia de Rossas, que assegurou a logística do evento e almoço de confraternização entre os ilustres convidados, membros da Fábrica da Igreja, da Junta e Assembleia de Freguesia de Rossas.
Concluído este programa, S.E. o Senhor Embaixador da Ordem de Malta em Portugal fez ainda questão de visitar o Mosteiro de Arouca, mais própriamente o túmulo da Rainha Santa Mafalda, que tinha os Cavaleiros Hospitalários como seus confidentes e protectores, e a Igreja, cujo traço de recuperação foi feito pelo maltês Carlos Gimac, que veio para Portugal a convite dos mais altos dignitários da Ordem de Malta à época.
O autor
António Brandão de Pinho é natural da freguesia de Rossas, concelho de Arouca, onde nasceu em 11 de Fevereiro de 1978. É licenciado em Direito pela Universidade Lusíada do Porto e Pós-Graduado em Direito das Sociedades Comerciais, Abertas e de Mercado pela Universidade Católica de Lisboa e Mediador de Conflitos, inscrito na lista de Mediadores do Ministério da Justiça. É Cavaleiro da Ordem Soberana e Militar de Malta e Membro do Conselho da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses.
Antes de rumar ao Porto, onde se formou, e a Lisboa, onde exerce actividade, foi dirigente associativo, tendo sido, entre outros cargos, Presidente da Direcção do Grupo Cultural e Recreativo de Rossas, primeiro Presidente da Federação das Associações do Município de Arouca e Vice-presidente da Federação das Associações Juvenis do Distrito de Aveiro. É ainda Irmão da Real Irmandade da Rainha Santa Mafalda de Arouca e Presidente da Mesa da Assembleia Geral da Associação de Defesa do Património Arouquense.
Jurista de formação e historiador por vocação, como costuma dizer, desde muito cedo começou a pesquisar aspectos da história de Arouca e, principalmente, da freguesia de Rossas, contando-se entre os seus principais trabalhos: "História de Arouca em Datas", "Senhora do Campo. Fé, Devoção, História e Tradição", "Rossas. A Terra e o Povo" e "História e Genealogia das Principais Casas e Famílias de Rossas, de 1600 a 2000".
Recentemente, concluiu um artigo epigrafado "Quinta da Alcaidaria-Mor, propriedade da Ordem de Malta, de D. Nuno Álvares Pereira ao 1.º Barão de Alvaiázere", publicado na revista Filermo, Volume 16, pp.37-66. Concluiu também um trabalho mais extenso sobre heráldica autárquica e história da Ordem de Malta em Portugal, epigrafado: "A Cruz da Ordem de Malta nos Brasões Autárquicos Portugueses".
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| Os livros publicados por António Brandão de Pinho no corrente ano |
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| A mesa da Sessão de Apresentação |
| Mário de Pinho Brandão, representante da Fábrica da Igreja de Rossas e autor do prefácio, no uso da palavra |
| José Paulo Oliveira, Presidente da Junta de Freguesia de Rossas, no uso da palavra |
| S.E. o Senhor Conde de Albuquerque no uso da palavra |
| S.E. o Senhor Dr. Miguel de Polignac de Barros no uso da palavra |
| O autor a autografar os seus livros |
| Os cumprimentos ao autor |
| S.E. o Senhor Conde de Albuquerque à conversa com o Senhor Prof. Doutor Elísio Brandão |
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| No almoço de confraternização entre os convidados, membros da Fábrica da Igreja, Junta e Assembleia de Freguesia de Rossas |
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| Aspecto geral de uma das mesas do almoço de confraternização |
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| S.E. o Senhor Embaixador da Ordem de Malta em Portugal e António Brandão de Pinho, em visita a Igreja e túmulo da Rainha Santa Mafalda, no Mosteiro de Arouca |
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Falecimento de João Pedro de Campos Henriques Secretário-Geral da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana Militar de Malta
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| João Pedro de Portugal de Campos Henriques 04.X.1956-22.X.2015 |
Foi com profunda consternação que recebemos a notícia do falecimento do Nosso Confrade e Amigo, Exmo. Sr. Dr. João Pedro de Portugal de Campos Henriques, Cavaleiro de Honra e Devoção da Ordem Soberana e Militar de Malta, Secretário-Geral da Nossa Assembleia dos Cavaleiros Portugueses.
Foram muitos os familiares, amigos e conhecidos, que passaram pela Basílica da Estrela, em Lisboa, dar um último Adeus a João Pedro de Campos Henriques e reconfortar sua esposa Teresa de Campos Henriques e filhos: Carolina, de 25 anos, Carlota, de 21, Costança, de 19, e João Maria, de 13, todos sempre muito prestimosos para com a Ordem de Malta, a que seus pais se vinham dedicando de forma muito abnegada.
Foram muitos os familiares, amigos e conhecidos, que passaram pela Basílica da Estrela, em Lisboa, dar um último Adeus a João Pedro de Campos Henriques e reconfortar sua esposa Teresa de Campos Henriques e filhos: Carolina, de 25 anos, Carlota, de 21, Costança, de 19, e João Maria, de 13, todos sempre muito prestimosos para com a Ordem de Malta, a que seus pais se vinham dedicando de forma muito abnegada.
«Desde Fevereiro de 2012 que se dedicou sem reservas à Ordem de Malta como Secretário-Geral do Conselho, tendo sido incansável no desenvolvimento de novos projectos do âmbito Hospitalar, Cultural, Comunicação e Imagem, contribuindo fortemente para o crescimento da acção e do reconhecimento da Ordem de Malta em Portugal», referiu Salvador Simões de Almeida, seu braço-direito na Ordem de Malta.
«Do João posso dizer que era uma pessoa boa, que não era indiferente a quem passava mal, solidário e com um coração enorme. Punha a beleza e o seu saber estético ao serviço dos outros de modo a torná-los felizes», escreveu João Freire de Andrade, seu Confrade e Amigo.
«Partiu primeiro do que nós, deixando-nos uma saudade infinda neste mundo, nesta fase da vida que ele já deixou, mas onde nós ainda continuamos, recordando a sua amiga presença. Continuamos no passado que somos. O João Pedro e...stá no Presente, vendo a Face de "Eu Sou" que é a Esperança que ansiamos, sentimento de que já não precisa por estar junto do Pai, escreveu o Senhor Coronel António Feijó», destacado Membro da Ordem de Malta.
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| Investidura de João Pedro de Campos Henriques, na Santa Missa de Natal realizada em 11 de Dezembro de 2010 na Igreja de Santa Luzia |
| Com S.E. o Presidente da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses e S.E. o Embaixador da Ordem Soberana de Malta em Portugal |
| Com S.E. o Presidente da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses e S.A.E. o Príncipe e Grão Mestre da Ordem Soberana e Militar de Malta |
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| Com S.E.R. o Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa, Dom Manuel Clemente e Monsenhor Victor Feytor Pinto |
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| Eleição da Coordenação da PAR - Plataforma de Apoio aos Refugiados, último acto público em representação da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses |
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| Com Dr. Rui Marques, Coordenador da PAR e Dr. António Ponces de Carvalho, Confrade e Amigo |
Podemos dizer que a dinamização da presença da Ordem de Malta no nosso País, e também além fronteiras - designadamente por ocasião da Peregrinação anual e internacional da Ordem de Malta a Lourdes - nos últimos três anos muito lhe deve (...)»
«Mas o João Pedro também foi, além de confrade exemplar, um verdadeiro e autêntico «Nobre» no que isso quer real e essencialmente dizer; respeitando e dignificando as Tradições da sua Família e transmitindo a sua visão coerente, generosa, tolerante e solidária da Vida e dos outros aos seus.
Foi também inequivocamente um grande amigo, cujas relações com aqueles que lhe eram próximos e com os quais desenvolvia laços se pautavam por uma imensa afetividade assente numa verdadeira e autêntica estima.», escreveu S.E. o Sr. Conde de Albuquerque, Presidente do Conselho da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses.
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| Cortejo fúnebre à saída da Basílica da Estrela |
(fotos do funeral: Revista CARAS)
Perpassa por todas as mensagens e manifestações, assim como pelos rostos de todos os que participaram nesta última caminhada do Nosso Querido João Pedro, esse profundo pesar que a todos assolou na manhã desta quinta-feira. Para os Membros da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem de Malta era muito comum e até frequente receber mensagens oficiais, formais e informais, do Senhor Secretário-Geral do Conselho ou simplesmente do Dr. João Pedro. Todos estavam, no entanto, longe de imaginar este dia. Esta mensagem. Uma mensagem da Ordem, não enviada ou assinada pelo Dr. João Pedro, mas sobre o Dr. João Pedro. Sobre o falecimento do Nosso João Pedro!
Pessoalmente, tive a felicidade de ingressar como membro da Ordem no mesmo ano em que o Dr. João Pedro assumiu funções no Conselho da Assembleia Portuguesa. Privilegiou-me sempre com muita atenção, simpatia, bom-trato e até amizade. Mas não sucedeu nem sucedia apenas comigo. O Dr. João Pedro era genuinamente assim! Um Homem elegante, educado, de bom-trato e muita atenção para com os Seus. Um exemplo!
É uma enorme perda para todos quantos tinham o privilégio do seu convívio. Uma perda tremenda para a Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana e Militar de Malta.
António Brandão de Pinho,
Confrade e Amigo
Confrade e Amigo
quinta-feira, 25 de junho de 2015
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| "O Cavaleiro da Ordem de Malta" Séc. XVIII Venerável Ordem Terceira de São Francisco do Porto. |
Esta belíssima obra foi recentemente objecto de restauro por Andréa Carolina Fernandes Teixeira, Mestre em Conservação e Restauro de Bens Culturais - especialidade em Pintura pela Universidade Católica Portuguesa.
Para mais desenvolvimentos sobre esta pintura e o trabalho de restauro, ver Estudo científico e técnico-material de conservação e restauro da pintura sobre tela O Cavaleiro da Ordem de Malta, pertencente ao espólio artístico da Venerável Ordem Terceira de São Francisco do Porto, in FILERMO - Publicação da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana e Militar de Malta, Vol.16, Porto, 2014, pp. 81-116.
domingo, 31 de maio de 2015
Recuperação dos azulejos de Santa Luzia
Foram recentemente adjudicados os trabalhos de recuperação e conservação dos azulejos do Miradouro de Santa Luzia, em Lisboa, onde se situa a Igreja de Santa Luzia e São Brás, sede da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana e Militar de Malta. Trata-se, com efeito, de um dos mais belos miradouros da cidade, com uma das mais imponentes vistas panorâmicas sobre o bairro de Alfama e rio Tejo.
As obras, que decorrerão até final do corrente ano, terão em vista a recuperação e conservação dos azulejos deste miradouro, em cujos detalhes se podem observar representações da Praça do Comércio antes do Terramoto de 1755 e também da conquista cristã do castelo de S. Jorge.
sábado, 16 de maio de 2015
Brasão de Armas de Cavaleiro da Ordem de Malta
Painel de azulejos com motivo heráldico, 56x42cm
Lisboa, c.1580
Este painel com as «armas» de um cavaleiro da Ordem de Malta, ainda não identificado, é uma peça muito significativa da primeira produção portuguesa, de gosto ítalo-flamengo, que teve na Quinta da Bacalhoa o seu núcleo profano de maior importância.
por Maria Antónia Pinto de Matos, in Azulejo. Obras do Museu Nacional do Azulejo
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Cavaleiro Português entre os mais altos dignitários da Ordem de Malta
Volvidos mais de dois séculos, um Cavaleiro Português volta a figurar entre os mais altos dignitários da Ordem Soberana e Militar de Malta. Trata-se, com efeito, de S.E. o Senhor D. Ruy Gonçalo do Valle Peixoto de Villas-Boas (Guilhomil), membro da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses, presidida por S.E. o Senhor Conde de Albuquerque, que proferiu os seus votos perpétuos enquanto Cavaleiro Professo e de Justiça, perante S.A.E. o Príncipe e Grão-Mestre da Ordem, Frà Matthew Festing, que para o efeito se deslocou propositadamente a Portugal, mais própriamente ao Mosteiro de Leça do Balio.
Com esta ascensão de S. E. o Senhor D. Ruy de Villas-Boas a Assembleia dos Cavaleiros Portugueses volta a ter membros nas três classes da Ordem, a saber: Primeira Classe (os membros professos de votos religiosos - obediência, castidade e pobreza); Segunda Classe (os membros que fazem promessa de obediência); Terceira Classe (os membros que não pronunciam votos religiosos nem promessa de obediência, mas juram cumprir os regulamentos da Ordem).
Com esta ascensão de S. E. o Senhor D. Ruy de Villas-Boas a Assembleia dos Cavaleiros Portugueses volta a ter membros nas três classes da Ordem, a saber: Primeira Classe (os membros professos de votos religiosos - obediência, castidade e pobreza); Segunda Classe (os membros que fazem promessa de obediência); Terceira Classe (os membros que não pronunciam votos religiosos nem promessa de obediência, mas juram cumprir os regulamentos da Ordem).
Também nesta mesma ocasião, o Cavaleiro Dr. João Esquível Freire de Andrade foi recebido oficialmente como noviço para Cavaleiro Professo.
A cerimónia, a que presidiu Sua Excelência Reverendíssima o Senhor Bispo do Porto, D. António Fonseca dos Santos, ladeado por vários Capelães Magistrais da Ordem, teve lugar no passado dia 29 de Maio.
Para mais desenvolvimentos, consultar o blog da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses
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| Cavaleiro Dr. João Freire de Andrade a proferir os seus Votos perante S.A.E. o Grão-Mestre |
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| Cavaleiro Dr. João Freire de Andrade e S.E. Senhor D. Ruy Villas Boas |
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| S.E. o Senhor D. Ruy Villas Boas a proferir os seu Votos perante S.A.E. o Grão-Mestre |
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| S.E. o Senhor D. Ruy Villas Boas a cumprir o ritual de admissão |
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| Sua Excelência Reverendíssima o Senhor Bispo do Porto a cumprimentar S.E. o Senhor D. Ruy Villas Boas |
segunda-feira, 27 de abril de 2015
Marcos de Malta da antiga comenda de Rossas
Recentemente, na Quinta-Feira Santa, deflagrou um grande incêndio florestal nas freguesias de Chave, Tropeço e Rossas, no concelho de Arouca. A freguesia de Rossas foi uma antiga comenda da Ordem de Malta, desde os primórdios da Nacionalidade até à extinção das Ordens Religiosas em Portugal, encontrando-se aí, ainda hoje, muitos elementos patrimoniais desse tempo, dentre os quais cerca de três dezenas de marcos delimitativos da antiga comenda. Estes marcos encontram-se devidamente relacionados e inventariados por nós.
Duas semanas após o incêndio acorremos aos limites da freguesia de Rossas com a de Tropêço, averiguar os estragos provocados, de que fizemos o devido registo dos dois marcos (de pedra borneira) afectados pela ocorrência. Nos limites com aquela freguesia encontram-se ainda mais dois marcos (em granito), os quais não foram afectados.
quinta-feira, 16 de abril de 2015
FESTA DE SANTA MAFALDA EM AROUCA
Nos próximos dias 1 e 2 de maio realiza-se a tradicional e centenária festa em honra de Santa Mafalda, padroeira do mosteiro e concelho de Arouca.
Como já vem sendo tradição, deslocar-se-á àquele concelho do interior do distrito de Aveiro uma delegação da Ordem de Malta, que se fará representar nas cerimónias religiosas e procissão.
Programa:
1 de maio
16h00 – Concerto do Coro Gregoriano do Porto
2 de maio
09h30 – Alvorada com lançamento de foguetes
09h30 – Desfile da Banda Musical de Arouca através da Avenida 25 de Abril
10h45 – Acolhimento dos fiéis e devotos com audição de órgão na Igreja do Mosteiro
11h00 – Missa solene presidida pelo Bispo Auxiliar do Porto, D. João Lavrador, com a participação do Grupo Coral de Urrô, acompanhado ao órgão pelo organista titular Nicolas Roger. A Missa será transmitida, em direto, numa gentileza da Rádio Regional de Arouca.
13h00 – Almoço no Hotel São Pedro
15h00 – Concerto pela Banda Musical de Arouca, na Praça Brandão de Vasconcelos
17h00 – Cerimónias religiosas e procissão solene pelas ruas de Arouca, com a representação das Irmandades e Confrarias do Concelho de Arouca, dos Cavaleiros da Ordem de Malta e da Irmandade do Mosteiro de Lorvão.
18h30 – Continuação do concerto na Praça Brandão de Vasconcelos
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EXPOSIÇÃO DÁ A CONHECER A VIDA DE «MAFALDA SANCHES: PRINCESA, RAINHA E SANTA DE AROUCA»
«Mafalda Sanches: Princesa, Rainha e Santa de Arouca» é o título de uma exposição que reúne imagens, livros e documentos que nos ajudam a compreender melhor a vida daquela que ficou conhecida como Rainha Santa Mafalda. Filha de D. Sancho I, neta de D. Afonso Henriques, Mafalda foi uma das principais responsáveis pelo esplendor do Mosteiro de Arouca, sendo reconhecida pela história como uma mulher devota, trabalhadora, santa e boa gestora do património e do território que lhe foram confiados. A exposição biblio-iconográfica está patente ao público na Biblioteca Municipal de Arouca, de 2 a 15 de maio. in CMA
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EXPOSIÇÃO DÁ A CONHECER A VIDA DE «MAFALDA SANCHES: PRINCESA, RAINHA E SANTA DE AROUCA»«Mafalda Sanches: Princesa, Rainha e Santa de Arouca» é o título de uma exposição que reúne imagens, livros e documentos que nos ajudam a compreender melhor a vida daquela que ficou conhecida como Rainha Santa Mafalda. Filha de D. Sancho I, neta de D. Afonso Henriques, Mafalda foi uma das principais responsáveis pelo esplendor do Mosteiro de Arouca, sendo reconhecida pela história como uma mulher devota, trabalhadora, santa e boa gestora do património e do território que lhe foram confiados. A exposição biblio-iconográfica está patente ao público na Biblioteca Municipal de Arouca, de 2 a 15 de maio. in CMA
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