sábado, 25 de fevereiro de 2012

ÓRGÃOS DA ASSEMBLEIA DOS CAVALEIROS PORTUGUESES (BIÉNIO 2012-2014)

PRÍNCIPE E GRÃO-MESTRE
Sua Alteza Eminentíssima o Príncipe e Grão-Mestre
Fra' Matthew Festing
(79º Grão-Mestre)

PRESIDENTES DE HONRA DA ASSEMBLEIA PORTUGUESA
Sua Alteza Real o Senhor Dom Duarte Pio de Bragança, Duque de Bragança, BGCHD
Sua Alteza o Infante Dom Miguel de Bragança, Duque de Viseu, BGCHD
S.E. Prof. Doutor Martim Eduardo Côrte-Real de Albuquerque, BGCHD

PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA PORTUGUESA
S.E. Dr. Dom Augusto Duarte de Andrade de Albuquerque Bettencourt de Athayde, Conde de Albuquerque, GCHDOb

CONSELHO
PRESIDENTE - S.E. Dr. Dom Augusto de Andrade de Albuquerque Bettencourt de Athayde, Conde de Albuquerque, GCHDOb
VICE-PRESIDENTE - S.E. Emb. Dr. Manuel Henrique de Melo e Castro de Mendonça Côrte-Real, GCHD
CHANCELER - Eng. Francisco Silva de Calheiros e Menezes, Conde de Calheiros, CHD
SECRETÁRIO - Dr. João Pedro de Portugal de Campos Henriques, CHD
TESOUREIRO - Eng. Ilídio da Costa Leite Pinho, CGM
HOSPITALÁRIO - Augusto Carlos de Noronha Azeredo Pinto Osório, CHD
VOGAL - João Evangelista Fiúza Cabral da Silveira, CGM
(Assembleia Geral Ordinária de 25/02/2012 e homologação do Soberano Conselho de 20/04/2012, Decr. N.º 8373)
 
ASSESSORES DO CONSELHO
ASSESSOR DO PRESIDENTE - S.E. Dr. Pedro Rego Costa de Oliveira Cymbron, GCHD
ASSESSOR DO VICE-PRESIDENTE - Prof. Doutor Dom Gonçalo Pinto de Mesquita da Silveira Vasconcellos e Sousa (Castello Melhor), CHD
ASSESSOR DO CHANCELER - Prof. Doutor Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho, CHD
ASSESSOR DO SECRETÁRIO - Eng.º Salvador Maria Marques da Gama Simões de Almeida, CGM
ASSESSOR DO TESOUREIRO - Dr. António Miguel Vale e Azevedo de Pape, CGM
ASSESSOR DO HOSPITALÁRIO - Ten. Coronel João Paulo Caetano Alvelos, CGM
ASSESSOR DO VOGAL - Dr. Lourenço Perestrello Correia de Matos, CGM
(Homologação do Soberano Conselho de 20/04/2012, Decr. N.º 8373)

ASSEMBLEIA GERAL
PRESIDENTE - Prof. Doutor Dom João Charters de Almeida e Silva, Conde da Bahia, GCHD
VICE-PRESIDENTE e 1.º SECRETÁRIO - S.E. Emb. António de Oliveira Pinto da França, CGD (falecido)
2.º SECRETÁRIO - Dr. Miguel Maria Tavares Festas Gorjão Henriques da Cunha, CHD
(Assembleia Geral Ordinária de 25/02/2012 e homologação do Soberano Conselho de 20/04/2012, Decr. N.º 8373)

CONSELHO FISCAL
PRESIDENTE - Prof. Doutor Pedro Mário Soares Martinez, CGM
VOGAL - Dom Vasco Xavier Telles da Gama, Conde de Cascais, CHD
VOGAL - Eduardo Augusto Rosa de Queiroz, CGM
VOGAL SUPLENTE - Dr. Manuel Maria Horta e Costa Arrobas da Silva, CGD
(Assembleia Geral Ordinária de 25/02/2012 e homologação do Soberano Conselho de 20/04/2012, Decr. N.º 8373)

DELEGADO PARA AS COMUNICAÇÕES
S.E. Dr. Pedro Rego Costa de Oliveira Cymbron, GCHD
(Homologação do Soberano Conselho de 2012)

CAPELÃES
Sua Excelência Reverendíssima o Arcebispo-Primaz Emérito de Braga e Primaz das Espanhas, Dom Eurico Dias Nogueira, CGCConv (Capelão de Honra)
Sua Excelência Reverendíssima o Bispo de Portalegre - Castelo Branco, Dom António Eugénio Fernandes Dias, CGCConv (Capelão-Chefe)
Ex.mo Rev.mo Cónego Doutor Manuel Alves Lourenço, Deão Jubilado da Sé Patriarcal de Lisboa, CM (Região de Lisboa)
Ex.mo Rev.mo Doutor Hugo Fernando de Azevedo, CM (Região Centro)
Ex.mo Rev.mo Cónego Dr. António José da França Melo de Horta Machado, Conde de Alte e de Marim, CM
Ex.mo Rev.mo Cónego Dr. Francisco José Villas-Boas Senra Coelho, CM
Rev. Frei Rui Carlos Antunes e Almeida Lopes, O.P., CM
Rev. Padre João Maria Borges da Costa de Sousa Mendes, CM
Rev. Padre Dr. Dom Gonçalo Nuno Ary Portocarrero de Almada, Visconde de Macieira, CM
Rev. Padre António de Oliveira Colimão, CM
Ex.mo Rev.mo Cónego Doutor Samuel Saúl Rodrigues, CM
Rev. Padre Delmar da Silva Gomes Barreiros, CM
Rev. Padre Ricardo Nuno Carolino Lameira, CM
Rev. Padre João Pedro Serra Mendes Bizarro, CM
 
COMISSÕES DE TRABALHO
 
GABINETE DO PRESIDENTE
CHEFE DE GABINETE
- S.E. Emb. Coronel António Feijó de Andrade Gomes, GCGDOb
MEMBROS
- Dr.ª Dona Maria da Conceição da Costa Moreira de Oliveira Martins, DGD
- Dr.ª Dona Joana Luisa Nigra de Castro e Sousa de Noronha, DGD
 
MALTESER INTERNATIONAL
PELOURO DO PRESIDENTE
- Tenente-Coronel João Paulo Caetano Alvelos, CGM
 
PROTOCOLO MILITAR
PELOURO DO PRESIDENTE
- S.E. Emb. Coronel António Feijó de Andrade Gomes, GCGDOb

COMISSÃO DE DIPLOMACIA MELITENSE NOS PAÍSES LUSÓFONOS
PELOURO DO VICE-PRESIDENTE
- S.E. Emb. Manuel Henrique de Mello e Castro de Mendonça Côrte-Real, GCHD
- S.E. Emb. Eng. António Maria de Mello Silva César e Menezes, Conde de Sabugosa, CHD (Emb. Estraordinário e Plenipotenciário em Angola)
- S.E. Emb. Coronel António Feijó de Andrade Gomes, GCGDOB (Emb. Estraordinário e Plenipotenciário na Guiné-Bissau)
- S.E. Emb. Dr. Pedro d'Espiney Pinto Ferreira, CGM (Emb. Extraordinário e Plenipotenciário em Moçambique)
- S.E. Emb. Dr. Eduardo Norte Santos Silva, CGM (Emb. Extraordinário e Plenipotenciário em S. Tomé e Príncipe)
- S.E. Emb. em Cabo Verde: Nomeado o Dr. Ricardo Jorge Neiva de Oliveira de Aguiar Quintas (01.05.2013)

INTERCAMBIO ENTRE ASSOCIAÇÕES LUSÓFONAS
- S.E. Barão Dr. Miguel António Igrejas Horta e Costa (Santa Comba Dão), GCHD

INICIATIVAS DE NATUREZA ESPIRITUAL E FORMAÇÃO RELIGIOSA
PELOURO DO PRESIDENTE
- Ex.mo Rev.mo Cónego Doutor Manuel Alves Lourenço, Deão Jubilado da Sé Patriarcal de Lisboa, CM
- Ex.mo Rev.mo Cónego Doutor Samuel Saul Rodrigues, CM
- S.E. Emb. Eng.º Dom Ruy Gonçalo do Valle Peixoto e Villas-Boas (Guilhomil), CJ
- Dona Maria Madalena de São Payo e Albuquerque de Mendonça Furtado, Condessa de São Payo, DHD
- Dr. José da Mata Sousa Mendes, CGD
- Eduardo Augusto Rosa de Queiroz, CGM (Coordenador dos Retiros)

OBRAS HOSPITALARES PORTUGUESAS DA ORDEM DE MALTA
(O.H.P.O.M.)
PELOURO DO HOSPITALÁRIO
Corpo de Voluntários da Ordem de Malta - C.V.O.M.
Eng.º José Manuel Soeiro do Nascimento Correia Alves, CGM
 
COMISSÃO ENCARREGUE DAS COMEMORAÇÕES DOS 900 ANOS DA BULA PAPAL PIE POSTULATIO VOLUNTATIS DE SS PASCOAL II

 PELOURO DO SECRETÁRIO
- S.E. Emb. Coronel António Feijó de Andrade Gomes, GCGDOb (Pres.)
- Tenente-Coronel João Paulo Caetano Alvelos, CGM
- Dra. Dona Maria da Conceição Galante, DGM
- Dr. António Miguel Vale e Azevedo de Pape, CGM
- Dra. Dona Joana Nigra de Castro e Sousa de Noronha, DGD
- Dr. António Jorge Brandão de Pinho, CGM
- Prof. Doutor José Eduardo Franco, CGM
- Prof. Doutor Dom João Charters de Almeida e Silva, Conde da Bahia, GCHD (Consultor Cientifico)



segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Este belo forte, localizado junto à praia do Tamariz, no Estoril, denominado Forte da Cruz, porque foi edificado no local das ruínas do forte de defesa da costa atlântica do Séc. XVII, que tinha o nome de Forte da Cruz de Santo António Dassubida, foi mandado construir por João Martins de Barros (link), bisavô dos seus actuais proprietários, nomeadamente de Miguel de Polignac Mascarenhas de Barros (link), actual Embaixador da Ordem Soberana de Malta em Portugal. Razão pela qual o denominado Forte da Cruz ostenta hoje a bandeira da Ordem de Malta e é a residência oficial do Embaixador.
De estilo neo-medieval de inspiração Toscana, foi edificado em 1895 a traço do arquitecto italiano Cesar Ianz, e encontra-se, actualmente, em processo de recuperação, restauro e remodelação. Para além de belíssimo, destaca-se na agradável paisagem do Estoril, frente ao mar, e, por isso, muito beneficiam as actuais estruturas representativas da Ordem em promover aí eventos e em ter a sua bandeira asteada em estrutura que muito suscita a curiosidade pela história da Ordem e, nomeadamente, pelo seu papel, legado e actualidade em Portugal.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Um dos dois Palácios localizados na Rua de S. José, em Lisboa, e que alberga hoje o Centro de Apoio Social de Lisboa (CASL), onde ainda se pode observar o brasão de Malta na fachada principal, foi construído no século XIX, chegando a ser a sede da Ordem de Malta em Portugal. Pegado encontra-se o Palácio do Conde de Magalhães e um jardim comum, classificados como Monumento Nacional.


Com a extinção das Ordens Religiosas em 1834, o primeiro passou a integrar a Fazenda Nacional, vindo a ser ocupado pelo Governo Militar de Lisboa. Juntou-se-lhe depois o segundo em 1948, com a aquisição pelo Ministério da Guerra à Marquesa de Santa Cruz dos Manuelles, filha e herdeira do Conde de Magalhães.
Ambos os Palácios foram assim apropriados e utilizados pela Cooperativa Militar até finais de 1998, data em foram transferidos para o IASFA fazendo parte do património do Ministério da Defesa Nacional.


O Palácio ainda hoje denominado Palácio da Ordem de Malta é, pelo que se acaba de referir, elemento de grande importância para a história e entendimento da história da Ordem de Malta em Portugal. Pelo que os seus actuais responsáveis devem fazer os possíveis para que a sua integridade e elementos distintivos sejam mantidos e que, com regularidade, se possibilite evocar a sua importância para a Ordem.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Marcos de Malta fundamentais na resolução de diferendo sobre os limites de Urrô com Rossas, no concelho de Arouca



Recentemente, acompanhamos os senhores presidentes da Junta e Assembleia de Freguesia de Rossas (nas fotos), antiga Comenda da Ordem de Malta, no concelho de Arouca, distrito de Aveiro, no sentido de ajudar a esclarecer uma questão sobre a delimitação desta freguesia com a vizinha freguesia de Urrô, levantada aquando da realização dos inquéritos para os últimos Censos.

A questão, à semelhança doutras anteriores sobre o mesmo assunto, desta feita, foi despoletada pelo próprio presidente da Junta de Freguesia de Urrô, ao impedir os recenseadores de realizarem inquéritos em determinadas casas localizadas dentro dos limites da antiga Comenda e actual freguesia de Rossas. Para além de desconhecer a existência dos marcos implantados no terreno desde 1630, com a cruz oitavada de Malta e data de 1629 em relevo, aquele autarca revelou ainda desconhecer os Autos lavrados aquando da Demarcação, bem como a sua simples localização actual nos Arquivos da Universidade de Coimbra. O que se lamenta profundamente, uma vez que as autoridades daquela freguesia foram então convocadas para a Demarcação e nela participaram como consta dos referidos Autos, demarcando também assim a sua própria circunscrição no que toca aos limites com Rossas.

Com a nossa colaboração e com recurso a um trabalho realizado por Dom Domingos de Pinho Brandão, em 1950, bem assim como outro que temos actualmente em curso, não só se identificaram e fotografaram os marcos antigos, como também se verificou estarem estes de acordo com a localização original, constante do Auto lavrado em 1630.
Constatou-se assim, pela conformidade com os marcos implantados no terreno, a letra dos Autos de 1630 e 1656, e pela não apresentação de qualquer documento em contrário, que, neste diferendo e na área a que se circunscreve, assiste razão, mais do que documentada e comprovada, à freguesia de Rossas.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

A Presença dos Hospitalários em Portugal

Da autoria da Professora Doutora Paula Pinto Costa, Especialista em História Medieval, dedicando especial atenção ao estudo da Ordem de Malta ou dos Hospitalários, A presença dos Hospitalários em Portugal é uma obra que aborda de forma sintética da origem e evolução histórica da Ordem de S. João de Jerusalém, do Hospital, ou de Malta, como mais vulgarmente é conhecida. Partindo de uma apresentação da instituição na sua dimensão internacional, salienta-se o paralelismo entre a cruzada e a criação da própria Ordem e destacam-se as missões prioritárias que desenvolveu, sobretudo no domínio sócio–caritativo.

Por força do seu surgimento em Jerusalém, a Ordem do Hospital foi envolvida em cenários de guerra, que exigiram a adaptação das suas estruturas internas e a deslocação sucessiva dos seus órgãos centrais de governo.

No que toca à presença dos Hospitalários em Portugal, o livro reflecte sobre a sua instalação no Condado Portucalense e a organização que os freires implementaram no Priorado de Portugal, destacando o exemplo de Belver. A Ordem mostrou-se particularmente empenhada na intervenção em certos contextos políticos, em função dos compromissos pessoais que aproximavam alguns dos freires dos círculos do poder monárquico. Esta circunstância, aliada à formulação centralizada do Estado Moderno, deu lugar ao estabelecimento de um plano de controlo da Ordem e de submissão à coroa, que se manifestou na conversão dos Priores em administradores, escolhidos pela monarquia. A obra pode ser adquirida na Editora Ramiro Leão

terça-feira, 4 de outubro de 2011

HISTÓRIA DA ORDEM DE MALTA EM DATAS

1113.II.15 - O Papa Pascoal II reconhece o estatuto e soberania da Ordem dos Hospitalários de São João de Jerusalém.

1140 - D. Afonso Henriques, O Conquistador, rei de Portugal, concede Carta de Couto à Ordem do Hospital, então sediada no Mosteiro de Leça do Balio.

1187 - Os Cavaleiros Hospitalários são obrigados a refugiarem-se em Margat, após a tomada de Jerusalém, por Saladino, Soltão do Egipto.

1191 - Os Cavaleiros Hospitalários tomam a Ilha de Acre, na Palestina, deixando para trás Margat, seu último território sede.

1194 - D. Sancho I, O Povoador, rei de Portugal, doa a terra de Guindintesta, junto ao Tejo, aos Cavaleiros de S. João do Hospital, para que aí construa seu castelo, que haverá de se denominar Castelo de Belver.

1202 - O português D. Afonso de Portugal (1135-1207) é eleito o 11.º Grão-Mestre da Ordem dos Hospitalários.

1232 - D. Sancho II, O Capelo, rei de Portugal, doa largos domínios de terra, que denominou de Crato, aos Cavaleiros de S. João do Hospital, que aí estabeleceram nova sede.

1308 - Os Cavaleiros Hospitalários de São João de Jerusalém, estabelecem-se na Ilha de Rodes, deixando para trás a Ilha de Acre, tomada pelos Sarracenos.

1530.X.26 - A Ordem apodera-se da Ilha de Malta, com a aprovação do Papa Clemente VII, e passa a denominar-se Soberana e Militar Hospitalária Ordem de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta.

1545 - Em sequência do Breve de Paulo III, o Infante Dom Luís, Grão Prior do Crato, funda um Mosteiro de Religiosas da Ordem de Malta, em Estremoz.

1622.IX.17 - O português D. Luís Mendes de Vasconcelos (1542-1623) é eleito o 55.º Grão-Mestre da Soberana e Militar Hospitalária Ordem de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta.
 
1623.III.23 - Dá-se o falecimento de D. Luís Mendes de Vasconcelos (1542-1623), 55.º Grão-Mestre da Soberana e Militar Hospitalária Ordem de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta (1622-1623).
 
1722.VI.19 - O português D. António Manoel de Vilhena (1663-1736) é eleito o 66.º Grão-Mestre da Soberana e Militar Hospitalária Ordem de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta.
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1741.I.18 - O português D. Manuel Pinto da Fonseca (1681-1773) é eleito o 68.º Grão-Mestre da Soberana e Militar Hospitalária Ordem de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta.
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1743 - O Infante D. Pedro é confirmado Grão-Prior da Ordem de Malta.
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1736.XII.10 - Dá-se o falecimento de D. António Manuel de Vilhena (1663-1736), 66.º Grão-Mestre da Soberana e Militar Hospitalária Ordem de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta (1741-1736).
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1773.I.23 - Dá-se o falecimento de D. Manuel Pinto da Fonseca (1681-1773), 68.º Grão-Mestre da Soberana e Militar Hospitalária Ordem de São João de Jerusalém, de Rodes e de Malta (1741-1773).
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1834 - A Ordem é reactivada e estabelece nova sede em Roma, passando a denominar-se Ordem Soberana Militar de Malta.
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1899.V.31 - São aprovados os Estatutos da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana Militar de Malta.
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1951 - São estabelecidas relações diplomáticas entre a República Portuguesa e a Ordem Soberana Militar de Malta.
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1958.VI.21 - Dá-se a reinserção da Igreja de Santa Luzia e São Brás, em Alfama, Lisboa, nas actividades de natureza espiritual da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana Militar de Malta.
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1980 - Dr. Miguel de Polignac Mascarenhas de Barros, é admitido como Primeiro Secretário da Embaixada da Ordem Soberana de Malta em Portugal.
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1983 - É assinado o Acordo de Cooperação Bilateral entre Portugal e a Ordem Soberana Militar de Malta.
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1989 - Tem lugar a Visita de Estado de Sua Alteza Eminentíssima o Príncipe e Grão Mestre Fr. Andrew Bertie a Portugal.
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1994.VIII.24 - A Assembleia-Geral das Nações Unidas convida a Ordem Soberana e Militar de Malta a integrar o seu Grupo de Observadores Permanentes.
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1998 - Dr. Miguel de Polignac Mascarenhas de Barros, Primeiro Secretário da Embaixada da Ordem de Malta em Portugal, é promovido a Conselheiro de Embaixada.
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2006 - Dom Augusto Duarte de Andrade Albuquerque Bettencourt de Athayde, 4º conde de Albuquerque, é eleito Presidente da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana Militar de Malta.
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2008.IX.10 - Dr. Miguel de Polignac Mascarenhas de Barros, Conselheiro da Embaixada da Ordem de Malta em Portugal, apresenta as Cartas Credenciais como Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da Ordem Soberana de Malta em Portugal a Sua Excelência o Senhor Presidente da República, Prof. Doutor Aníbal Cavaco Silva.
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2011 - Tem lugar a visita de Estado de Sua Alteza Eminentíssima o Príncipe e Grão Mestre Fr. Matthew Festing a Portugal.
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2011.XII.09 - Dr. Miguel de Polignac Mascarenhas de Barros, Embaixador da Ordem de Malta em Portugal, é  nomeado Representante Oficial da Ordem Soberana de Malta na C.P.L.P. – Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, e Timor-Leste), cargo que passa a acumular com o de Embaixador em Portugal.
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2012.VI.23 - Cerimónia de Investidura de Novos Membros da Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana Militar de Malta, no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.
em actualização

sábado, 6 de agosto de 2011

FREI D. MANUEL PINTO DA FONSECA

68.º Grão-Mestre da Ordem de Malta (18.I.1741-23.I.1773), eleito em 18 de Janeiro de 1741. Natural de Lamego, filho de Miguel Álvaro Pinto da Fonseca e sua mulher Ana Pinto Teixeira, Manuel Pinto da Fonseca foi o último Grão-Mestre Português da Ordem de Malta, cujos destinos orientou durante mais de trinta anos. Foi um verdadeiro Soberano do Século das Luzes – reformando e regulamentando todas as áreas da governação pública, desde o Comércio, Indústria, Saúde e Justíça. Fundou a Universidade, a Biblioteca e a Imprensa. Lançou grandes obras, restaurando palácios, monumentos e edifícios públicos. O seu governo foi marcado pela magnificência.
Encontra-se sepultado em La Valletta, sendo o seu Túmulo uma das principais atracções da Ilha.
Para mais desenvolvimentos, consultar: ALBUQUERQUE, Martim de, Portugal And The Order Of Malta. Aspects Of Europe, Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana e Militar de Malta, 1998, pág.248 e seguintes.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

FREI D. ANTÓNIO MANOEL DE VILHENA

FREI D. ANTÓNIO MANOEL DE VILHENA (1663-1736), 66.º Grão-Mestre da Ordem de Malta (19.VI.1722-10.XII.1736). Foi o terceiro filho de D. Sancho Manoel de Vilhena, primeiro Conde de Vila Flôr, e sua mulher Ana de Noronha. Em 1703 foi elevado ao cargo de grão-chanceler da Ordem e chefe da língua de Castela e Portugal, mais tarde a Bailio de São João de Acre, assim como a Governador do Tesouro. Só em 1722 foi eleito Grão-Mestre da Ordem por voto de todos os eleitores sendo um dos mais notáveis no cargo pelo seu valor nas batalhas e pela sua integridade na Administração Pública. Vilhena foi amado pelos seus contemporâneos por ter tentado melhorar a situação da ilha de Malta, onde criou inúmeras instituições de caridade. Para além disso, criou o Palácio da Ordem em Floriana, um subúrbio de La Valetta onde ainda hoje se ergue uma estátua em sua homenagem. Construiu ainda o Forte Manuel e o Teatro Manuel (1731), que é tido como sendo o segundo mais antigo teatro da Europa ainda hoje em utilização. Quando faleceu, em 1736, ficou sepultado na Co-Catedral de S. João, sendo o seu túmulo considerado o maior e mais sumptuoso de todas os mausoléus dos grão-mestres da Ordem de Malta.
Para mais desenvolvimentos, consultar: ALBUQUERQUE, Martim de, Portugal And The Order Of Malta. Aspects Of Europe, Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana e Militar de Malta, 1998, pág.207 e seguintes.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

FREI D. LUÍS MENDES DE VASCONCELOS

FREI D. LUÍS MENDES DE VASCONCELOS (1541-1623), 55.º Grão-Mestre da Ordem de Malta (17.IX.1622-07.III.1623).
Natural de Évora, onde terá nascido por volta de 1541, era filho de Francisco Mendes de Vasconcelos e sua mulher D. Isabel Pais de Oliveira. Desde muito cedo que a Ordem o pretendeu entre os seus e para isso fez as devidas provanças, chegando a Malta em 1 de Abril de 1572.
Antes de rumar a Malta serviu algum tempo junto à pessoa do Senhor D. João de Áustria, Generalíssimo do Mar e filho natural do Imperador Carlos V.
Foi Capitão da Galé Esperança por dois anos. Desempenhou as funções de Auditor, Procurador de Encarcerados e Comissário de Pazes. Foi ainda Recebedor da Religião em Portugal, entre 1589 e 1598, Embaixador da Religião em Roma e Conservador Conventual, de que passou a General de Galés, em 1613. Foi ainda Bailio de Aquila e de Acre.
Por seu primeiro cabimento teve a Comenda de Elvas e Montoito, que deixou melhorando-a com a Comenda de Vera Cruz. Além destas teve de graça as Comendas de Rossas, Frossos e Algozo.
Eis que por fim atingiu o Grão-Mestrado da Ordem. Dignidade de que gozou por apenas um ano e, por isso, enquanto tal, não é muito significativa a sua obra. No entanto, no seu breve governo, demonstrou a grandeza do seu ânimo, a generosidade do seu pensamento e o zelo pela justiça. Foi sepultado na cripta da Igreja de S. João, em La Valleta, Malta.

Para mais desenvolvimentos, consultar: ALBUQUERQUE, Martim de, Portugal And The Order Of Malta. Aspects Of Europe, Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana e Militar de Malta, 1998, pág.180 e seguintes.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

FREI D. AFONSO DE PORTUGAL

FREI D. AFONSO DE PORTUGAL (1135-1207), 11.º Grão-Mestre da Ordem de Malta (1202-1206).
Apontado como sendo o mais velho dos filhos bastardos de D. Afonso Henriques, O Conquistador, Rei de Portugal, e de Dona Chamoa Gomes, Dom Fernando Afonso foi uma personagem de grande importância no seu tempo. Serviu como alferes-mor do rei seu pai, embora por curto período. Depois, foi cavaleiro da Ordem do Templo, passando mais tarde para a Ordem do Hospital, de que se tornou mestre na Hispânia, em 1198. Rumou ao Oriente onde participou na 4.ª Cruzada sob o estandarte da Ordem dos Hospitalários, de 1202 a 1204, na qual logo se notabilizou e granjeou apoio para a ascenção a Grão-Mestre da Ordem.
No seu curto mandato, de 1202 a 1206 (a maioria dos autores aponta o período 1194 a 1195), empreendeu uma importante reforma nos Estatutos da Ordem. Por razões ainda relativamente desconhecidas viu-se obrigado a abdicar e a regressar a Portugal, onde faleceu um ano depois.Foi sepultado na Igreja de São João de Alporão, em Santarém.
Estudos recentes, embora admitam não existir qualquer prova documental conclusiva, sustentam ser bem provável que tenham existido problemas relacionados com a transmissão do trono para D. Sancho I, a que não será alheio o envenenamento ou morte de D. Fernando Afonso, em Évora, no ano de 1207.
Para mais desenvolvimentos, consultar: ALBUQUERQUE, Martim de, Portugal And The Order Of Malta. Aspects Of Europe, Assembleia dos Cavaleiros Portugueses da Ordem Soberana e Militar de Malta, 1998, pág.120 e seguintes.

terça-feira, 5 de julho de 2011

MILITARIUM ORDINUM ANALECTA
Fontes para o Estudo das Ordens Religioso-Militares
Uma Contenda entre a Coroa e a Ordem do Hospital
(publicação da Sentença de 1417)
por Paula Pinto Costa
CEPESE, Agosto de 2007

terça-feira, 8 de março de 2011

sábado, 1 de janeiro de 2011

Graus e Insígnias da Ordem de Malta

A Ordem Soberana e Militar de Malta é uma Monarquia Constitucional e, neste sentido, rege-se por uma Carta Constitucional. A versão em vigor foi aprovada pelo Soberano Conselho e promulgada em 27 de Junho de 1961, tendo sido reformada no Capítulo Geral Extraordinário de 28-30 de Abril de 1997.
De acordo com o Artigo 8.º da CC, os Membros da Ordem dividem-se em três classes, a saber:
1ª Classe - Cavaleiros de Justiça (professos e capelães, que fizeram os votos religiosos);
2ª Classe - Membros que fazem a promessa de obediência (Cavaleiros e Damas de Honra e Devoção em obediência; Cavaleiros e Damas de Graça e Devoção em obediência; e Cavaleiros e Damas de Graça Magistral em obediência);
3ª Classe - Membros que não professam os votos religiosos ou a promessa, mas que se comprometem a viver de acordo com as normas da Ordem e da Igreja, e são divididos em seis categorias:
i) Cavaleiros e Damas de Honra e Devoção;
ii) Capelães Conventuais;
iii) Cavaleiros e Damas de Graça e Devoção;
iv) Magistral Capelães;
v) Cavaleiros e Damas de Graça Magistral;
vi) Donatos
 
Insígnias

 

Insígnias de Sua Alteza Eminentíssima
Princípe e Grão-Mestre

Venerando Bailio Cavaleiro Grã-Cruz de Justiça
Professo de Voto Solene
 
Comendador de Justiça
Professo de Voto Solene
 
Cavaleiro de Justiça
Professo de Voto Solene
 
Cavaleiro de Justiça
Professo de Voto Simples
 
Cavaleiro admitido ao Noviciado
 
Capelão Grã-Cruz Conventual
Voto Religioso Solene
 
Capelão Conventual
Professo de Voto Religioso Solene
 
Capelão Conventual
Professo de Voto Religioso Simples
 
Cavaleiro Bailio Grã-Cruz de Obdiência
 
Cavaleiro Grã-Cruz de Obdiência
 
Cavaleiro de Obdiência
 
Donato de Justiça
 
Cavaleiro Bailio Grã-Cruz de Honra e Devoção
com Cruz de Professão "ad honorem"
 
Cavaleiro Bailio Grã-Cruz de Honra e Devoção
 
Cavaleiro Grã-Cruz de Honra e Devoção
 
Cavaleiro de Honra e Devoção titular de Comenda
 
Dama Grã-Cruz de Honra e Devoção
 
Dama Grã-Cruz de Honra e Devoção
 
Dama de Honra e Devoção
 
Capelão Grã-Cruz Conventual "ad honorem"
 
Capelão Conventual "ad honorem"
 
Cavaleiro Grã-Cruz de Graça e Devoção
com facha
 
Cavaleiro Grã-Cruz de Graça e Devoção
 
Cavaleiro de Graça e Devoção
 
Dama Grã-Cruz de Graça e Devoção
 
Dama de Graça e Devoção
 
Capelão Magistral
 
Cavaleiro Grã-Cruz de Graça Magistral
com facha
 
Cavaleiro Grã-Cruz de Graça Magistral
 
Cavaleiro de Graça Magistral
 
Dama Grã-Cruz de Graça Magistral
 
Dama de Graça Magistral
 
Donato de Devoção
Primeiro Classe
 
Donato de Devoção
Segunda Classe
 
Donato de Devoção
Terceira Classe
 Fonte e imagens: Centro Heráldico e Genealógico Italiano